PESQUISE NA WEB

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Jacaré de 1 metro e meio é capturado em chácara de Junqueirópolis



Um jacaré de aproximadamente um metro e meio de comprimento foi capturado por volta das 15h30 desta terça-feira (29) em uma chácara na Vila Santa Rute, em Junqueirópolis. Segundo informações do sargento Wilson Bites de Castro, do Corpo de Bombeiros, o réptil estava em uma lagoa onde o morador cria peixes para consumo próprio. Segundo o sargento, o proprietário do local já tinha notado a presença do jacaré em sua chácara havia mais de uma semana e informou a corporação, porém a captura não era possível, pois o animal sumia na água e na vegetação próxima ao local. Nesta terça-feira (29), ao notar a presença do jacaré, o morador acionou a corporação para capturá-lo. Quando os bombeiros chegaram na chácara, ele já havia sumido dentro do lagoa. Na tentativa de realizar a captura, os agentes colocaram uma isca de carne em um anzol grande e jogaram às margens do lago, conforme o sargento Bites. Após aguardar por um tempo, o jacaré saiu da água e mordeu a isca. Um veterinário foi acionado para aplicar um sedativo no animal para retirar o anzol. Conforme o sargento Bites, o jacaré será solto em uma reserva natural às margens do Rio do Peixe.

Expedição de biólogos filma tartaruga fluorescente na Nova Zelândia


Uma expedição de biólogos na Nova Zelândia capturou pela primeira vez imagens de uma tartaruga fluorescente. A descoberta, registrada em vídeo publicado ontem pela revista "National Geographic" no Youtube, foi feita pela equipe de David Gruber, da City University de Nova York. O biólogo havia viajado ao local para registrar biofluorescência em outras criaturas, como tubarões e corais, e encontrou por acaso uma tartaruga-de-pente exibindo essa característica. A fluorescência é a capacidade de absorver luz azul e reemiti-la em outras cores. O animal filmado pelo pesquisador é o primeiro réptil biofluorescente conhecido.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Americano se surpreende ao achar jacaré em sua lagoa de carpas



O americano Ryan Alavi levou um susto ao flagrar um aligátor (jacaré americano) em uma pequena lagoa de carpas no quintal de sua casa no condado de Montgomery, no estado de Maryland (EUA), dia 11 de setembro. "Quando olhei pela janela, pensei que fosse uma cobra. Mas, quando me aproximei, percebi que não era uma cobra", disse Alavi, destacando que quase não acreditou ao ver que havia um jacaré em sua lagoa. Ao ligar para o serviço de emergência da polícia, o operador ainda questionou se Ryan tinha certeza que havia um jacaré na lagoa. A polícia enviou agentes do órgão de controle de animais para capturar o réptil. A descoberta surpreendeu até o agente Jack Breckenridge, já que há 18 anos não havia relatos de jacarés na região. A polícia abriu uma investigação para apurar como o jacaré foi parar na lagoa artificial, já porque é ilegal manter os répteis no condado.

Templo indiano diz que local é vigiado por 'crocodilo vegetariano'



Seria possível um crocodilo ser vegetariano? Um administrador do templo de Ananthapura Lake, em Kerala, na Índia, garante que sim. Segundo o jornal "India Times", o crocodilo chamado Babiya é vegetariano e seria o guardião do templo há mais de 60 anos. O administrador do templo destacou que Babiya recebe como alimentação um prato preparado com arroz e açúcar mascavo. O réptil é alimentado na boca diariamente após o culto do meio-dia com oferendas feitas pelos devotos.

Com filho de 9 anos, americano fisga tubarão-sardo de 219 quilos



O americano Mike Evensen e seu filho de nove anos fisgaram um tubarão-sardo de 219 quilos na costa de Provincetown, no estado de Massachusetts (EUA). Evensen estava pescando com o filho Cameron, quando fisgaram o enorme tubarão no domingo (20). Evensen disse que eles travaram uma batalha de uma hora para puxar o tubarão até o barco. Depois, levaram mais uma hora para conseguir colocá-lo no barco. A captura quase quebrou o recorde estadual - o maior tubarão-sardo fisgado em Massachusetts é um de 222 kg. Segundo a família, após ser limpo, o tubarão rendeu 90 quilos de carne.

Tubarão branco de 3,7 m é achado morto em praia e intriga especialistas



Pesquisadores estão tentando desvendar o que matou um tubarão-branco de 3,7 metros em uma praia pitoresca perto de onde foi filmado o filme clássico "O Tubarão". O macho foi encontrado morto na praia de Pleasant Road, ao sul de Cape Cod (Massachusetts). Sua carcaça foi levada para a estação de Harwich, onde foi examinada pelo especialista Greg Skomal, do programa de pesquisa de tubarões de Massachusetts (EUA). Segundo Skomal, não havia sinais evidentes de trauma no exterior ou interior do tubarão. Ele analisou amostras de tecido, mas sua morte permanece um mistério. Durante o outono, outros dois tubarões brancos foram encontrados por banhistas encalhados em praias próximas. No entanto, segundo a Presidente do programa de Preservação do Tubarão Branco no Atlântico, Cynthia Wigren, nos outros dois casos, os tubarões foram encontrados vivos e acreditava-se que estavam perseguindo presas e acabaram encalhando.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Foto sensacional mostra grande tubarão-branco em posição de ataque



Um grande tubarão-branco foi fotografado em posição de ataque após ser atraído com uma isca na região da Ilha Netuno, na Austrália. A foto incrível foi feita durante passeio turístico organizado pela empresa Calypso Star Charter na costa australiana. A Ilha Netuno, que fica a 70 km da cidade de Port Lincoln, é um dos melhores destinos para se ver grandes tubarões brancos em seu habitat natural. Empresas de turismo chegam a oferecer mergulhos em gaiolas de proteção para observar o predador.

Mudança climática pode ser fator em morte de estrelas-do-mar



Quando a maré baixa no Parque Nacional Olímpico do estado de Washington, no extremo oeste dos Estados Unidos, o passatempo preferido das pessoas é saltar de pedra em pedra observando a vida marinha nas poças - mas faz algum tempo que as estrelas marinhas não são vistas por lá. "Não podemos dar outro nome que não catástrofe", disse Drew Harvell, bióloga da universidade norte-americana de Codrnell, referino-se a um dos piores episódios de doença de espécies marinhas de que se tenha notícia. "É impressionante. Milhões de estrelas do mar morreram", lamentou. Nos últimos anos, milhões destes animais perderam os braços em um processo de deterioração que ocorre em questão de poucos dias. Os cientistas estão estudando a razão pela qual em alguns lugares as estrelas desapareceram pelo menos 95% da população deste importante predador. No ano passado, uma equipe de pesquisadores disse que encontrou provas convincentes que apontam para uma infecção por um densovírus. Este vírus, presente da costa do Pacífico da Califórnia ao Alasca, não é novo - mas os investigadores acreditam que o aquecimento das águas dos oceanos pode ter facilitado sua virulência. "Acreditamos que a amplitude (do fenômeno) em nossas águas se deve à temperatura: sabemos que quando as temperaturas são mais altas, as estrelas do mar morrem mais rapidamente", disse Harvell. "Os oceanos têm estado incomumente quentes estes últimos dois anos (...). Esse é o fator que é preciso ser levado em conta", segundo ela. Os cientistas tentam compreender se o aumento da temperatura afeta a estrela do mar porque a enfraquece, porque torna o vírus mais virulento, porque modifica o ecossistema ou tudo isso ao mesmo tempo. O desafio dos pesquisadores consiste em recolher a enorme quantidade de dados necessários para entender este fenômeno. As estrelas do mar moram ao longo de milhares de quilômetros das costas e não há dinheiro suficiente para fazer uma coleta precisa e levar em conta todos os parâmetros. Mas eles fazem como podem: vigiaram a evolução de muitas estrelas do mar em algumas zonas, anotando a temperatura e a composição química da água e recrutam "cientistas cidadãos" para rastrear as estrelas e informar sobre seu estado de saúde. "É muito difícil recolher os dados de que precisamos em grande escala", explica Melissa Miner da universidade da Califórnia em Santa Cruz e uma das responsáveis pela coleta. "Devo ressaltar que não entendemos exatamente qual é a causa da doença", reconheceu. Harvell destaca que nenhuma indústria lançou um alerta por essa doença, já que não afeta um animal comestível. "O que os olhos não veem, o coração não sente", ironiza. Para Denny Heck, membro da Câmara de Representantes do estado de Washington, o combate deve ser feito no legislativo. Heck tenta elaborar um texto que permita estabelecer a urgência da situação e abra o caminho para que a pesquisa receba financiamento. Hoje, "quando uma doença como esta causa estragos debaixo d'água, não existe procedimento para detê-la", contou. Em sua luta, este parlamentar norte-americano, que garante que a epidemia poderia afetar a indústria pesqueira e destruir as economias locais, encontrou aliados em todas as costas dos Estados Unidos e em todos os partidos políticos. "A resposta das pessoas que querem um meio ambiente marinho limpo e sustentável tem sido reconfortante", comentou.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Agentes espanhóis acham 2 kg de cavalos-marinhos em mala de passageiro


Durante uma inspeção de rotina no aeroporto de Málaga, na Espanha, agentes encontraram dois quilos de cavalos-marinhos na bagagem de um passageiro que vinha da Colômbia. A Guarda Civil disse que os cavalos-marinhos estavam em sacos plásticos escondidos na mala de um passageiro chinês, que tinha viajado de Cali, na Colômbia, para Málaga. "Os cavalos-marinhos foram descobertos durante uma inspeção manual da bagagem de um passageiro que desembarcou em Málaga", disse a Guarda Civil em comunicado.

domingo, 20 de setembro de 2015

Vídeo incrível mostra crocodilo usando cauda para saltar fora da água


Um vídeo incrível mostra um crocodilo saltando quase que totalmente fora da água para pegar um pedaço de carne que estava pendurado por uma corda. Assista ao vídeo.
A cena foi filmada na região de Darwin, na Austrália. Trevor Frost compartilhou o vídeo em sua página no Instagram. A gravação em slow-motion mostra que réptil usa a força de sua cauda para impulsioná-lo para o alto. "Os crocodilos têm caudas incrivelmente fortes", disse Frost, destacando que, graças à sua cauda, o crocodilo consegue impulsionar todo seu corpo para fora da água. Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2015/09/video-incrivel-mostra-crocodilo-usando-cauda-para-saltar-fora-da-agua.html

Vídeo mostra baleia saltando fora da água e atingindo caiaque nos EUA


Um vídeo incrível mostra uma baleia-jubarte saltando fora da água e atingindo um caiaque na costa da Califórnia (EUA). A cena foi filmada por turistas que estavam em um barco de observação de baleias. Assista ao vídeo.
Nas imagens, é possível ver um grupo de canoistas próximo ao local onde estavam as baleias, quando uma salta e atinge um dos caiaques. Apesar do susto, segundo o capitão do barco turístico, Michael Sack, os canoístas não ficaram feridos. Desde o dia 13 de setembro, a gravação superou os 3 milhões de visualizações na internet. O vídeo sensacional foi compartilhado pela empresa Sanctuary Cruises em sua página no YouTube. Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2015/09/video-mostra-baleia-saltando-fora-da-agua-e-atingindo-caiaque-nos-eua.html

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Pinguins são soltos após temporada de reabilitação no litoral do ES



Depois de três meses de reabilitação, 29 pinguins-de-magalhães foram soltos nesta segunda-feira (14) no litoral de Anchieta, região Sul do Espírito Santo. Os animais são originários da região da Patagônia Argentina, no Sul da América Latina. Eles foram encontrados nas praias do Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro durante o período de migração, quando sobem a costa do Atlântico em busca de alimento. "Eles chegam muito debilitados, com a temperatura baixa e muito magros. Aqui eles passam por um processo de reabilitação", explicou a bióloga Renata Beringue. Os pinguins estavam sendo tratados no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos, localizado na sede do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), no município de Cariacica na Grande Vitória. Durante a recuperação, eles recuperam o peso e a capacidade de impermeabilizar as próprias penas. Quando estão prontos para a soltura, recebem uma alimentação reforçada a base de sardinhas, como forma de garantir reserva energética suficiente para retornarem a seu habitat natural. Os pinguins foram soltos a cerca de 20 quilômetros da praia, por uma equipe do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em parceria com a Windive Atividades Subaquáticas, responsável pela embarcação. O instrutor de mergulho Luiz Mury explicou como o ponto para soltura é escolhido pelos especialistas: "Nós temos que saber o ponto exato, a corrente exata e as condições metrológicas melhores possíveis para que eles possam voltar". Agora, outros 51 animais estão em tratamento no estado. Eles poderão ser soltos assim que se recuperarem e que as condições marítimas estiverem favoráveis para o seu retorno para casa.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Foto incrível mostra pequeno peixe comendo restos na boca de tubarão


Um grupo de mergulho publicou em sua página no Facebook uma foto incrível de um pequeno peixe comendo restos de comida na boca de um tubarão. O peixe seria uma rêmora, espécie que costuma se agarrar a tubarões, prendendo-se a seu corpo. A rêmora acaba se alimentando de restos descartados pelo tubarão. A associação entre as duas espécies é o exemplo mais conhecido de comensalismo. A cena fez sucesso ao ser compartilhada pela página "Inmersiones.es" no Facebook.

Primeiros golfinhos são mortos no início da temporada de caça no Japão


Pescadores japoneses mataram os primeiros golfinhos nesta sexta-feira (11), dez dias depois da abertura da controvertida temporada anual de caça. Um dirigente da união local de pescadores do porto de Taiji disse que os barcos partiram cedo e que caçaram mais de dez golfinhos. Durante os seis meses de caça, os habitantes desta cidade do sudoeste do arquipélago japonês encurralaram centenas desses mamíferos em uma baía para matá-los. Apesar dos protestos dos ambientalistas, a tradição prossegue e os animais continuam sendo sacrificados por sua carne ou capturados para serem entregues a parques de diversões.

Drone capta imagem impressionante de bebê orca ameaçado e sua mãe



Cientistas americanos usaram um drone para tirar fotografias de um filhote de orca nadando ao lado de sua mãe nas águas do estado de Colúmbia Britânica, no Canadá. O bebê é o quinto nascido desde dezembro na população ameaçada de orcas que vive na região. Pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e do Aquário de Vancouver, na Colúmbia Britânica, captaram imagens do par usando um drone que sobrevoou as orcas a pouco mais de 30 metros de altura.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Cetáceos de uma mesma espécie usam 'dialetos' diferentes, diz estudo


Os cachalotes, os maiores entre os cetáceos com dentes, usam diferentes dialetos de acordo com o grupo de animais a que pertencem, um sinal da existência de uma cultura entre as baleias - é o que sugere um estudo publicado nesta terça-feira na revista "Nature Communications". Os especialistas se perguntam há muito tempo se existem, nas sociedades animais, processos similares aos que formam as bases das culturas humanas, incluindo a capacidade de aprender com os outros. A noção de cultura animal é muito controversa. Segundo alguns pesquisadores, a cultura - definida basicamente como uma forma de aprendizagem social que gera uma distinção entre os grupos - só existe no ser humano e é justamente o que o diferencia do animal. Segundo o pesquisador brasileiro Maurício Cantor, da Universidade Dalhousie no Canadá e co-autor do estudo, tudo depende do que é entendido como "cultura". "Na nossa pesquisa empregamos o termo 'cultura' no sentido amplo, como definição de um comportamento adquirido socialmente e compartilhado com um subconjunto da população". "Como nós, seres humanos, os animais podem descobrir coisas novas, aprender e copiar competências de outro indivíduo e passar esta informação de geração em geração", explicou Cantor. "A ideia de existência de uma cultura animal ganhou terreno durante os 10 ou 20 últimos anos". Para este estudo, os pesquisadores compararam os sons emitidos pelos cachalotes e seus comportamentos sociais, combinando dados recolhidos ao longo de mais de 18 anos e simulações informáticas. Isso permitiu rastrear a vida e a evolução de vários grupos de cachalotes. Segundo Cantor, os estudos revelam que os diferentes dialetos só podem evoluir quando os cachalotes aprendem com seus pares os sons que emitem. Nem o azar nem a genética podem explicar por si mesmos a existência de grupos que empregam línguas diferentes. "Nossos resultados reforçam a hipótese de que as principais características da cultura humana (como a aprendizagem social) podem se encontrar em populações animais", concluiu o brasileiro.

Fidelidade de pinguins pode ser explicada pela distância, diz estudo


O segredo da fidelidade entre alguns pinguins: não se ver muito - é o que diz um estudo publicado nesta quarta-feira (9) na revista Biology Letters da Sociedade Real Britânica. Os mesmos casais de pinguins reatam novamente a cada verão no momento da reprodução. Mas o que acontece com estes casais "para sempre" durante a longa migração invernal? Para esclarecer este mistério, uma equipe de investigação estudou, por meio de ferramentas de geolocalização e marcadores bioquímicos, dez casais de uma espécie de pinguins monogâmicos - o pinguim do rockhopper - de uma colônia das Ilhas Malvinas. "Nós procuramos saber se os parceiros mantinham contato ou se encontravam em locais especialmente dedicados a estes encontros", explicaram os pesquisadores. O resultado foi justamente o contrário: os parceiros ficam separados continuamente por centenas, até milhares de quilômetros. Para um casal, esta distância chegou a 2.500 quilômetros no mês de junho. Entre algumas espécies migratórias, os machos e as fêmeas passam o inverno em zonas separadas e, então, a separação dos casais é implícita. Mas este não é o caso do pinguim-saltador-da-rocha. "Os parceiros ficam afastados uns dos outros durante o inverno, permitindo que machos e fêmeas se misturem nos locais de invernada. Esta constatação é muito intrigante", explicou à AFP Jean-Baptiste Thiebot do Instituto Nacional de Pesquisa Polar em Tóquio, no Japão. Ao longo de um ano, os casais passam apenas um tempo limitado juntos. Eles se reúnem durante 20 a 30 dias durante o período de reprodução, dois a três dias durante a incubação e as noites dos primeiros 70 dias dos filhotes. Assim, um casal passa apenas 23% do tempo juntos, menos de três meses por ano. O que não os impede de ficar juntos a cada retorno de viagem: dos dez casais estudados, sete retomaram após o inverno. Dois pinguins que voltaram sem sua "cara metade" se acasalaram com um novo parceiro. Os quatro pássaros que estavam faltando ou foram integrados em uma outra colônia ou morreram no mar, de acordo com o estudo. "Às vezes, mas raramente, dois antigos parceiros escolhem novos cônjuges", pondera Jean-Baptiste Thiebot. Mas a separação "por centenas de quilômetros a maior parte do tempo não impede que os pássaros marinhos se reproduzam com o mesmo parceiro do ano anterior", constataram os pesquisadores.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pelotão Ambiental encontra 545 pinguins mortos no litoral do RS


O Pelotão Ambiental da Brigada Militar de Tramandaí encontrou 545 pinguins, três lobos-marinhos e duas tartarugas mortas nesta segunda-feira (7) entre as praias de Quintão e Imbé, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Conforme a Brigada Militar, uma grande quantidade de animais mortos começou a aparecer na beira da praia a partir de sexta-feira (4). Os pinguins não apresentam manchas de óleo ou outro tipo de sujeira. As prefeituras já foram avisadas para fazerem a retirada de animais. Segundo o Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) da UFRGS, a mortandade de pinguins no litoral gaúcho é considerada comum nesta época do ano. Os pesquisadores dizem que a maioria das mortes é causada pela seleção natural, mas que outros fatores como o fenômeno El Niño e a grande quantidade de lixo nas praias também influenciam.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Pescador fisga 'bagre monstruoso' na França



O pescador Yuri Grisendi fisgou um bagre monstruoso no rio Rhone, na França. Também conhecido por peixe-gato, o bagre media mais de 2,4 metros de comprimento e pesava 113,4 quilos. Grisendi precisou da ajuda de um amigo para conseguiu puxá-lo.

Baleia jubarte de 15 metros é encontrada morta em praia da Bahia





Uma baleia jubarte de cerca de 15 metros foi encontrada morta na praia do Rio do Peixe, no distrito de Cumuruxatiba, cidade de Prado, no extremo sul da Bahia. A informação foi confirmada pelo Instituto Baleia Jubarte, que registrou a ocorrência. De acordo com a assessoria do órgão, o corpo foi descoberto por volta das 7h30 do último sábado (29), já em estado de decomposição. Ainda não se sabe o motivo da morte do animal. Ainda segundo a assessoria do Instituto Baleia Jubarte, no período de julho a novembro, as baleias vêm até a costa brasileira para acasalar e reproduzir. Elas passam o resto do ano na Antártida, se alimentando. De acordo com o órgão, é comum o encalhe de jubartes nesta época do ano. O Instituto Baleia Jubarte informa que já foram registrados 28 encalhes de baleias na costa brasileira em 2015. Deste total, 11 foram na Bahia, três no Rio Grande do Sul, seis em Santa Catarina, um no Paraná, dois no Rio de Janeiro, três no Espírito Santo, um em Sergipe e um em Pernambuco. De todos os encalhes, apenas em Sergipe o animal ainda estava vivo.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Lagostim é nomeado snowden em homenagem a ex-técnico da CIA


Uma nova espécie de lagostim descoberta na Indonésia foi nomeada Cherax snowden em homenagem ao ex-técnico da CIA Edward Snowden, que revelou detalhes do programa de espionagem americano. A espécie é descrita em estudo publicado por pesquisadores alemães no começo desta semana no jornal científico "ZooKeys". No estudo, a nova espécie é comparada com a Cherax holthuisi, comercializada e exportada para países da Europa, Ásia e América para fins ornamentais. As duas espécies são genética e morfologicamente parecidas. A origem do Cherax snowden é a península Kepala Burung, que fica na Papua Ocidental, província da Indonésia. A nova espécie difere das outras espécies de lagostim do gênero Cherax pelo formato do corpo e por sua coloração. Os autores do estudo dizem que o nome foi escolhido para honrar o americano Edward Joseph Snowden, "por suas conquistas extraordinárias na defesa da justiça e liberdade". Acusado de espionagem nos Estados Unidos, o técnico em informática, que se refugiou na Rússia, poderá ser condenado a 30 anos de prisão em seu país por roubar e divulgar, em 2013, documentos secretos, que revelaram programas de espionagem de uma amplitude insuspeita até então.

Fóssil de escorpião marinho gigante desconhecido é descoberto nos EUA


Um fóssil de um escorpião marinho gigante até então desconhecido e que viveu há quase 500 milhões de anos foi descoberto nos Estados Unidos. Segundo o professor James Lamsdell, da Universidade de Yale, na Califórnia, que liderou a equipe responsável pela descoberta, o animal é uma "espécie inteiramente nova". A criatura, que viveu há 467 milhões de anos, media dois metros de comprimento e pertencia à família dos euripterídeos, um grupo de artrópodes aquáticos considerados ancestrais das aranhas modernas. "Não tínhamos ideia de que os euripterídeos podiam crescer tanto a ponto de ocupar um espaço no topo da cadeia alimentar especialmente nesse estágio de sua evolução", disse Lamsdell. "Era um animal de aparência bizarra e intimidatória. A primeira coisa que podemos notar nele são as extremidades gigantes cheias de espinhos que se projetavam para fora da cabeça", acrescentou. A criatura foi batizada de Pentecopterus, devido às semelhanças com o Penteconter, uma das primeiras embarcações da Grécia Antiga. Segundo Lamsdell, o escorpião tinha uma cabeça achatada no formato de um escudo, um corpo estreito e garras longas para capturar presas. Uma descrição detalhada do animal foi publicada na revista científica BMC Evolutionary Biology. "Isso mostra que os euripterídeos evoluíram 10 milhões de anos antes do que pensávamos, e a relação do novo animal com outros euripterídeos revela que havia diferentes tipos deles durante o início do período evolutivo, embora tenhamos poucos registros em fósseis", afirmou Lamsdell. "O Pentecopterus era um predador, e os euripterídeos devem ter sido predadores importantes durante o período Paleozoico", acrescentou o especialista. O fóssil foi descoberto por geólogos em uma cratera aberta por um meteorito milhões de anos atrás no nordeste do Estado americano de Iowa. Os restos foram então desenterrados e coletados durante o represamento de um rio em 2010. O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Yale e de Iowa.