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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Patrulha de ONG mostra matança de golfinhos e baleias em ilhas da Dinamarca




Uma patrulha feita por 18 voluntários durante 10 semanas, de junho a setembro deste ano, mostra centenas de mortes de golfinhos e baleias nas Ilhas Faroé, arquipélago da Dinamarca localizado no Atlântico Norte. A operação 'Bloody Fjords' ("Fiordes sagrentos") foi organizada pela ONG Sea Shepherd. O grupo, com ativistas do Reino Unido e da França, foi dividido em seis equipes em cidades diferentes, abrangendo 19 baías. Durante o período da patrulha, nove caças aos animais foram flagradas, o que resultou na morte de 198 golfinhos e 436 baleias-piloto, um total de 634 animais. Um dos times criou uma sede em Tórshavn, capital das Ilhas Faroé. Os ativistas gravaram um grindadráp – método de caça em que a comunidade local se dirige em barcos com pedras, ganchos, cordas e facas para cerco aos animais. Em 5 de julho, 70 baleias-piloto foram mortas. Em 17 de julho, outro grupo gravou um grindadráp. Foram mortas 191 baleias-piloto. Os voluntários também fotografaram, em Klaksvik, essas mesmas baleias em abatimento no dia seguinte. Dois caminhões foram rastreados enquanto transportavam seis baleias-piloto até uma empresa de processamento de peixe na capital. Na cidade de de Sydrugota, em 25 de julho, a ONG registrou a caça de 16 golfinhos, mortos e abatidos em um galpão próximo. Dez dias depois, uma outra equipe baseada na cidade de Saltangará, gravou a morte de 134 golfinhos e 39 baleias-piloto. Na capital Tórshavn, pouco mais de um mês do primeiro flagra de grindadráp, em 18 de agosto, mais 61 baleias-piloto foram mortas. Em Skálabotnur, mais 48 golfinhos. Os voltuntários documentaram também o abate de uma baleia-piloto adulta que havia sido armazenada em uma caçada anterior. O último time, com base na cidade de Klaksvík, fotografou e gravou a morte de 46 baleias-piloto no dia 29 de agosto; dois dias depois, outras 29 foram mortas. Os organizadores da operação explicam que apenas um pequeno número de participantes consegue fotografar e/ou gravar as caças sem restrições, ao se misturar com grupos de turistas visitantes. Segundo a ONG, o ano de 2017 foi um dos mais sangrentos nas Ilhas Faroé: 1691 baleias-piloto e golfinhos foram abatidos em 24 caças. A Convenção sobre a Vida Selvagem e os Habitats Naturais da Europa, em vigor desde 1982, classifica as baleias-piloto e todos os cetáceos, o que inclui os golfinhos, como "estritamente protegidos" sem permissão para o abate. Apesar disso e dos protestos de ambientalistas, o abate dos animais não é ilegal nas Ilhas Faroé. Isso ocorre porque o arquipélago não é membro da União Europeia, apenas se remete politicamente à Dinamarca, que controla a defesa, a política externa e a moeda. Segundo a organização Sea Shepherd, a principal razão para as Ilhas não se juntarem à UE é manter a atividade pesqueira.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Drone flagra baleia 'brincando' com grupo de golfinhos


Um vídeo gravado no oeste da Austrália mostra uma cena encantadora do mundo animal. Nas imagens, uma baleia brinca com golfinhos - todos parecem se divertir surfando as ondas. O registro foi feito com um drone na costa do Estado da Austrália Ocidental.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

México vai usar golfinhos treinados pela Marinha dos EUA para salvar botos em extinção



O governo do México planeja usar golfinhos treinados pela Marinha americana para tentar salvar populações de botos-do-pacífico, o mamífero marinho mais raro do mundo e que está à beira da extinção. Rafael Pacchiano, ministro de Meio Ambiente do México, explicou que os golfinhos serão usados para localizar grupos de botos em pontos escondidos no oceano. Esses grupos serão então capturados e transportados a um santuário que o governo mexicano promete criar no mar de Cortés, no oeste do país, para que os animais se reproduzam sem a ameaça de predadores. Cientistas estimam que haja menos de 40 desses mamíferos ainda vivos em seu habitat natural, no Golfo da Califórnia. Pacchiano diz que o projeto com golfinhos deve começar em setembro. "Passamos o último ano trabalhando junto à Marinha americana com um grupo de golfinhos treinados para encontrar áreas inexploradas", afirmou o ministro à rádio Fórmula, do México. "Vamos capturar o maior número de botos possível para ter a oportunidade de salvá-los." Esses golfinhos já estão capacitados para encontrar mergulhadores perdidos no mar e agora praticarão a busca de seus "primos" botos. Na semana passada, o governo mexicano também anunciou o veto permanente ao uso de redes de pesca em uma área de mil quilômetros do Golfo da Califórnia. As redes -- usadas sobretudo na pesca de camarões e do peixe totoaba -- são a principal causa de morte dos botos-do-pacífico, conhecidos localmente como vaquitas. O ator americano Leonardo Dicaprio, que criou uma campanha para salvar os botos, elogiou o veto pelo Ttwitter e agradeceu o presidente do México, Enrique Peña Nieto. Uma proibição temporária, que vigorava desde 2015, foi considerada ineficaz, o que levou a organização ambiental WWF a pedir que ela fosse estendida e devidamente aplicada.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Dois golfinhos e uma tartaruga são achados mortos em praias de Maceió



Dois golfinhos e uma tartaruga foram encontrados mortos em menos de 24 horas em Maceió. Um deles foi na manhã desta quarta-feira (8), na Praia de Ipioca. Ainda não se sabe as causas da morte e a espécie do animal. Na tarde de terça (7), os biólogos acharam na Jatiúca um outro golfinho em avançado estado de decomposição e uma tartaruga-verde. De acordo com Bruno Stefanis, do Instituto Biota de Conservação, os animais foram encontrados durante o monitoramento do projeto Biota Mar, um aplicativo para smartphones pelo qual é possível fazer a foto do animal e ter as coordenadas geográficas do local. "O animal foi encontrado durante o monitoramento que fazemos três vezes por semana, de Maceió até a Barra de Santo Antônio", afirma. De acordo com Stefanis, o Biota costuma encontrar durante o ano cerca de 12 animais mortos, entre golfinhos e baleias, em Maceió, mas ele diz que o número vem crescendo. "Percebemos que esse número está aumentando, assim como nossos esforços para catalogar os animais no litoral", afirma.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Aquário promete transferir golfinhos para 'santuário' com água do mar


O “National Aquarium” em Baltimore, nos Estados Unidos, vai transferir seus oito golfinhos para um “santuário” no mar até 2020, de acordo com o jornal The Washington Post. Há cerca de dois anos, a administração do aquário já havia anunciado que estava considerando a “aposentadoria” dos animais e disse que era cruel manter animais tão inteligentes em cativeiro. O CEO do aquário, John Racanelli, reiterou as preocupações em um texto publicado no “The Baltimore Sun”: “O crescimento da ciência e a consulta com especialistas nos convenceram de que os golfinhos de fato prosperam quando podem formar grupos sociais, têm a oportunidade de expressar comportamentos naturais, e vivem em um habitat o mais semelhante possível àquele que a natureza tão soberbamente os concebeu", escreveu. De acordo com Racanello, o “santuário” será parecido com o proposto há cerca de um mês por cientistas e defensores para ser o ambiente de orcas também criadas em cativeiro. Ele diz que os animais deverão ser cuidados por seres humanos até o final da vida. A proposta de mudança de casa dos animais acontece após cientistas, ativistas e o público em geral chamarem a atenção sobre as questões éticas de manter animais cognitivamente avançados, como os golfinhos e chipanzés, em cativeiro. Em março deste ano, a administração da rede de parques aquáticos SeaWorld anunciou que não vai mais promover a reprodução de orcas em cativeiro e que aquelas ainda presentes em seus parques serão as últimas a serem criadas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Primeiros golfinhos são mortos no início da temporada de caça no Japão


Pescadores japoneses mataram os primeiros golfinhos nesta sexta-feira (11), dez dias depois da abertura da controvertida temporada anual de caça. Um dirigente da união local de pescadores do porto de Taiji disse que os barcos partiram cedo e que caçaram mais de dez golfinhos. Durante os seis meses de caça, os habitantes desta cidade do sudoeste do arquipélago japonês encurralaram centenas desses mamíferos em uma baía para matá-los. Apesar dos protestos dos ambientalistas, a tradição prossegue e os animais continuam sendo sacrificados por sua carne ou capturados para serem entregues a parques de diversões.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Vídeo mostra golfinhos 'surfando' ondas cristalinas no litoral australiano



Um vídeo incrível filmado na costa da Austrália mostra golfinhos "surfando" ondas cristalinas no litoral de Esperance, no estado da Austrália Ocidental. Apesar ter sido publicada por Jennene e Dave Riggs há oito meses no site Vimeo, a gravação ganhou destaque na web nos últimos dia ao ser compartilhada em blogs e sites. Assista ao vídeo.

Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2015/03/video-mostra-golfinhos-surfando-ondas-cristalinas-no-litoral-australiano.html

sábado, 5 de abril de 2014

Imagens mostram grupo de trinta golfinhos em Arraial do Cabo, no RJ

 
Um instrutor de mergulho registrou um grupo com aproximadamente trinta golfinhos no mar de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Conhecida como capital do mergulho, a cidade é muito visitada por amantes do fundo do mar, por apresentar uma grande diversidade de vida marinha. Fred Quintanilha, de 32 anos, está acostumado a ver os mamíferos, mas a grande quantidade deles que apareceu na última quarta-feira (2), durante uma aula de instrução, o surpreendeu. ''Além de mim, todo mundo que estava na embarcação ficou bem surpreso. Principalmente aqueles que nunca tinham visto algo parecido. Eram uns trinta golfinhos, e essa época é boa porque a água fica bem clara e dá para vê-los debaixo d'água'', disse o instrutor. A embarcação de Fred Quintanilha saiu no início da tarde da última quarta (2) da Praia Grande. Por volta das 14h, o grupo de golfinhos foi visto e perseguiu o barco por um bom tempo. Ainda segundo o instrutor de mergulho que mora na cidade, os golfinhos pareciam brincar com a embarcação. O biólogo Paulo José de Azevedo Souza explicou que a claridade da água é por causa da mudança da direção do vento. Ele disse também que as águas da Região dos Lagos sempre são procuradas pelos mamíferos devido à grande fartura de alimentos para eles. ''O vento nordeste parou e entrou um vento sul. Quando o vento sul entra, a tendência é que a água fique mais clara. Os golfinhos sempre estão por aqui na região, onde eles encontram peixes e, principalmente, lulas'', disse o biólogo.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Baía no RJ com recorde de golfinhos nas Américas terá visita guiada




Uma das dez espécies animais mais ameaçadas de extinção do Estado do Rio de Janeirosupera o despejo de dejetos no oceano e a pesca acidental para sobreviver na Baía de Sepetiba, nos mares de Itacuruçá, distrito de Mangaratiba, Costa Verde fluminense. Ali, os botos cinzas, uma espécie de golfinho, formam a maior concentração deste tipo de mamífero das Américas Latina e Central, segundo a ONG Instituto Boto Cinza (IBC), embora a mortandade não natural chegue ao dobro do número aceitável — com cerca de 30 animais por ano. A estimativa é de que, naquelas águas, haja 2 mil golfinhos e de que cheguem a passear, juntos, em grupos de até 200. O IBC, que, como sugere o nome, protege o animal — mas também outros cestáceos e até aves — é a responsável pelos cálculos e também pelos estudos do simpático mamífero, que empresta o nome a pousadas, restaurantes e mercados do distrito, que vive à base do turismo e da pesca. 

A partir de fevereiro, os pescadores vão realizar também passeios educacionais com turistas em locais onde os golfinhos nadam em grande número. É justamente a rede do pescador, porém, um dos principais inimigos dos botos cinzas. É comum que, acidentalmente, fiquem presos e furem as redes. Quase sempre morrem, e reduzem o trabalho do pescador a zero. A solução encontrada pela ONG foi aproveitar esta mão de obra descontente e capacitá-la. Já que a pesca industrial esmaga o lucro dos autônomos, que os pescadores façam do mar a fonte de renda de casa promovendo passeios educativos. "O projeto tem base comunitária, para render vantagens econômicas ao pescador. Haverá stands onde os turistas vão comprar tíquetes para passear com barqueiros locais nos lugares onde os golfinhos andam em agregação [grupo com mais de 100 animais]", explica Leonardo Flach, coordenador científico do IBC e do projeto, intitulado Abrace o Boto Cinza. Questões como dia de inauguração e preço dos bilhetes será definida nos próximos dias em reunião com autoridades, pescadores e biólogos. O cuidado especial com o golfinho, que é simbolizado no brasão do Estado do Rio de Janeiro, encontra a justificativa no passado. Cartão-postal da cidade, a Baía de Guanabara teve milhões dos cestáceos em seus melhores tempos. Atualmente, não tem mais de 40, segundo o Instituto. "Se não fizemos nada, se não buscarmos alternativas, será uma questão de tempo: eles sumirão, como aconteceu na Baía de Guanabara", resumiu a bióloga marinha do Instituto, Kátia Silva.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Projeto de universidade monitora golfinhos em Rio Grande, no RS


O encontro das águas da Lagoa dos Patos com as do Oceano Atlântico, em Rio Grande, na Região Sul do Rio Grande do Sul, tornou-se um território sagrado para diversas espécies. É nesta região que vive um grupo de cerca de 90 golfinhos. Também chamados de botos, desde 1974 eles são identificados e monitorados por pesquisadores da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), que tentam preservar a espécie, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV. O projeto Botos da Lagoa envolve biólogos, oceanógrafos e alunos da universidade. Desde 2005, o trabalho é feito ate três vezes a cada mês. Trata-se de um grande esforço para ajudar na preservação da espécie conhecida como nariz-de-garrafa. Os animais parecem pequenos quando vistos de longe, mas podem chegar a quatro metros de comprimento e pesar até 300 quilos. O oceanógrafo Rodrigo Cesar Genoves é um dos participantes do projeto e, desde 2004, percorre o local monitorando “Nosso intuito é sempre monitorar porque é uma região de alto impacto. Há um grande tráfego de navios e muitas indústrias associadas à área costeira. Monitorando esses animais, podemos usá-los como um fator de proteção, porque são animais carismáticos. Então, utilizando esses indivíduos, podemos proteger todo esse ambiente de uma maneira fácil”, explica Genoves.