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sexta-feira, 24 de março de 2017

Tubarão-lixa que era mantido em aquário de casa em Ribeirão Preto é resgatado


Uma equipe de biólogos fez o transporte de um tubarão-lixa que estava morando no aquário de uma residência em Ribeirão Preto (SP). O animal, que está na lista de espécies ameaçadas de extinção, foi parar na casa após o dono ter adquirido o mesmo achando que ele não iria aumentar de tamanho. Ao notar que se tratava de um tubarão maior e que iria continuar crescendo, ele decidiu fazer uma entrega voluntária. O oceanógrafo Hugo Gallo Neto explica que essa não é a primeira vez que se depara com uma situação similar e conta que já realizou resgates em outras cidades sob condições similares no passado. O tubarão resgatado apresenta boas condições de saúde e agora será observado por veterinários até poder ser encaminhado a um ambiente próprio para ele. “Ele estava em um aquário há três anos e meio, cresceu e o proprietário, já preocupado com o animal, decidiu fazer uma entrega voluntária. Ele comunicou um órgão ambiental, o qual nos encaminhou e fomos buscar o animal em Ribeirão Preto”, explica Hugo. Inicialmente, o tubarão-lixa chegou às mãos do dono quando media aproximadamente 60 centímetros de comprimento. Segundo o oceanógrafo, o dono acreditou que ele não deveria ficar muito maior do que já estava e decidiu mantê-lo no aquário em sua casa. Com o passar dos anos, entretanto, o ‘pet’ acabou chegando a 1,70 m. “Ele foi deixando e acho que a pessoa, às vezes, quando vê que o animal entra na lista de ameaçados de extinção acaba sentindo medo de estar cometendo uma ilegalidade. Nesse caso, uma conhecida do dono ajudou a convencê-lo a fazer isso e quando finalmente conversamos ele ficou mais tranquilo ao saber que não ia sofrer nenhuma sanção”, diz. O resgate do tubarão foi realizado nesta quarta-feira (22) e o oceanógrafo explica que os donos de animais selvagens devem saber que é possível realizar uma entrega voluntária dos mesmos sem que o proprietário sofra qualquer tipo de penalidade. “Ao fazer uma entrega voluntária, os órgãos entendem que não existe uma aplicação de penalidade. A pessoa fica legalizada e o animal é encaminhado para um lugar melhor onde haverá cuidado constante, com mais espaço. É importante que exista um esclarecimento para que essas pessoas saibam como agir”, finaliza. O tubarão-lixa deverá seguir recebendo atendimento das equipes do Aquário de Ubatuba até que esteja apto para ser encaminhado para seu próprio tanque.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Baleia morta é retirada do mar após 'operação de resgate' em Santos, SP



Uma operação de resgate foi montada na tarde deste domingo (24), em Santos, no litoral de São Paulo, para retirar uma baleia morta que apareceu boiando no mar da cidade. O animal, que é um filhote, foi trazido até a faixa de areia com ajuda de embarcações Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) e depois colocada dentro de um caminhão com auxílio de um trator. A cena chamou a atenção de centenas de pessoas que curtiam o fim de tarde na Ponta da Praia. Segundo apurado pelo G1, nove baleias já foram encontradas mortas em praias do Litoral Sul Paulista desde o mês de maio. Além de Santos, três baleias encalharam em Guarujá, três em Ilha Comprida, na região do Vale do Ribeira [sendo a última na manhã deste domingo], uma em Mongaguá e uma em Peruíbe. Segundo biólogos e veterinários do Instituto Gremar, responsável pela reabilitação e resgate de animais marinhos na região, a baleia encontrada em Santos é da espécie franca, comum no litoral catarinense. Pesquisadores farão exame necrológico para descobrir as causas da morte.

Baleia jubarte e tartaruga aparecem mortas em praia de Ilha Comprida, SP



Uma baleia e uma tartaruga apareceram mortas na manhã deste domingo (24), na praia Boqueirão Centro, em Ilha Comprida, na região do Vale do Ribeira, ainda no litoral de São Paulo. Apesar dos animais terem sido encontrados em avançado estado de decomposição, o biólogo Cristian Negrão acredita que a baleia de cerca de 9 metros de comprimento seja uma fêmea da espécie jubarte e, a tartaruga, da espécie verde. A baleia-jubarte é uma espécie ameaçada de extinção e não é típica da região Sudeste do Brasil. Segundo especialistas, elas costumam ficar na região Norte do país, no entanto, o litoral paulista está na área de passagem para esses mamímeros, por conta da grande biodiversidade marinha e muitos cardumes. Este é o terceiro encalhe de baleia em Ilha Comprida este ano. No mês de maio, duas baleias-jubarte também apareceram mortas em praias da cidade. Uma delas tinha 15 metros de comprimento.

sábado, 26 de março de 2016

'Escondido', jacaré assusta moradores em condomínio de Paulínia, SP



Um jacaré com cerca de 1,5 metro assustou moradores de um condomíno em Paulínia (SP), na noite desta segunda-feira (21). Ele apareceu em frente à portaria e ficou escondido em um jardim, embaixo das plantas. O Corpo de Bombeiros foi acionado pelo porteiro e capturou o animal. Ninguém ficou ferido. De acordo com a moradora Andrea Leite, de 42 anos, o jacaré apareceu por volta das 19h30, mas não chegou a entrar no condomínio. "Ele estava bem bravo. Como tem um matagal em frente, a gente acha que veio dali", afirma. Andrea, que teme pela segurança dos filhos, conta ainda que já encontrou cobra em casa e que águias também circulam pelo local. "A gente ficou assustado, porque as crianças brincam muito no bosque do condomínio. Ele poderia ter entrado (...). Eu tenho horror. Nós mudamos para o pantanal", brinca. Os bombeiros demoraram cerca de uma hora para capturar o animal e o soltaram em uma área de preservação ambiental da cidade. A suspeita é de que ele seja da espécie jacaré-de-papo-amarelo, comum na região.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Pesquisadores da Unesp descobrem rã que canta e acaricia para acasalar


Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro descobriram uma nova espécie de rã com um sofisticado sistema de comunicação que envolve desde vocalizações a carícias entre machos e fêmeas utilizadas não só para fins de acasalamento, mas também para defesa de território. Encontrada na Serra do Japi, em Jundiaí (SP), as características físicas e comportamentais do Hylodes japi, a rãzinha-da-correnteza, foram descritas pela primeira vez em artigo publicado na revista PloS One por pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da Unesp. O pesquisador Fábio Perin de Sá explicou ao G1 que o projeto tem dois principais objetivos. "O primeiro interesse foi compreender qual espécie de Hylodes era a que ocorria na Serra do Japi. O segundo passo foi compreender a história natural da espécie, pois nada era conhecido. Com o estudo, há agora maior compreensão dos comportamentos relacionados à comunicação da espécie, principalmente relativos à reprodução", disse. Durante 15 meses, os pesquisadores estudaram uma população de rãs em um riacho, acompanhando seus hábitos e fazendo registros audiovisuais. "As informações geradas permitem a conservação efetiva da espécie. O estudo também apresenta resultados que contribuem para o entendimento da evolução da comunicação nos anuros de modo geral", explicou Sá. Segundo ele, foram identificadas e classificadas 18 sinalizações visuais realizadas por machos e fêmeas da espécie. Também foram descritos os diferentes cantos dos machos. O estudo dos dados coletados revelou a complexidade da comunicação da espécie. Sá explicou que existe um repertório amplo de sinais visuais e que eles podem ser combinados. O macho atrai a fêmea para seu território por meio de sinalizações visuais e sonoras. Ambos interagem com sinalizações visuais, sonoras e táteis. Os pesquisadores também descobriram que os machos usam seus sacos vocais duplos de modo independente para sinalizar, provavelmente melhorando sua performance durante a comunicação. Além de emitir diferentes tipos de sons, a rãzinha-da-correnteza utiliza um repertório de sinais visuais que nunca haviam sido descritos entre os anfíbios, como posições do pé, impulsos com os braços e movimentos de balançar e serpentear a cabeça. Após conseguir ser notado, o macho faz sinais com os dedos e movimentos de corpo e cabeça que demonstram seu “interesse”. Caso a fêmea não se interesse, ela mergulha na água e desaparece, fazendo com que o macho procure outra pretendente de imediato, voltando a vocalizar até que outra fêmea o aceite. O “sim” vem em forma de toques nas patas e no dorso, próximo à cabeça. "Após essa extensa interação, o casal mergulha no riacho-de-correnteza, habitat ao qual a espécie é associada, e deposita os ovos numa câmara subaquática, construída pelo macho no leito do riacho", explicou Sá.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Família de orcas é avistada no litoral norte de São Paulo



Uma família de orcas foi avistada no litoral norte, próximo a praia Brava, em Ubatuba (SP). Cerca de sete orcas estavam na região nos últimos dias e foram monitoradas pelo Instituto Argonauta. De acordo com o instituto, os animais foram flagrados a partir da última quinra (24) e estão saudáveis e fortes. Nesta época, nos últimos anos, tem sido comum encontrar orcas no litoral norte. Elas estariam seguindo em direção ao norte em busca de águas mais quentes. As orcas são os maiores membros da família dos golfinhos e podem atingir quase 10 metros de comprimento e pesar até 10 toneladas.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Morador encontra jacaré com mais de um metro no quintal de casa


Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada neste domingo (22) para capturar um jacaré com mais de um metro de comprimento que apareceu no quintal de uma casa de um condomínio de chácaras, em Macedônia (SP). De acordo com os bombeiros, o animal estava assustado, mas não atacou ninguém. Os bombeiros suspeitam que o animal tenha vindo de alguma represa próxima do local. O jacaré foi levado pela Polícia Ambiental de Fernandópolis (SP) e solto em uma área de proteção ambiental.

Jacaré é flagrado em ribeirão à beira de marginal em Itapetininga


Um jacaré foi flagrado por uma moradora de Itapetininga (SP) à beira do Ribeirão do Chá, na tarde de domingo (22). A fotógrafa Cristiane Nanini, de 45 anos, fez o vídeo no momento em que o animal volta para a água. Ela estava junto com o filho, de apenas quatro anos, e se assustou ao saber que havia um jacaré próximo. “Jamais imaginava ver isso. Meu menino ficou assustado e não quis nem ver o bicho”, comenta. Cristiane ainda conta que foi a primeira vez que ela presenciou uma situação como esta. “Estava passeando com o filho e o meu marido no parque da Vila Barth quando vimos o animal”, relata. A redação da TV TEM entrou em contato com o Corpo de Bombeiros paraobter informações sobre o caso. De acordo com a corporação, foi a terceira vez que um jacaré é encontrado na beira do local, mas sem informar quando foram as aparições anteriores. Conforme os bombeiros, a população precisa tomar cuidado quando vir um animal deste tipo. A orientação é para que as pessoas não se aproximem. Até hoje, não houve registros de ataque do réptil no município. O jacaré não foi mais visto após pular na água.