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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Canoístas resgatam tartaruga presa em rede de pesca em Praia Grande


Um grupo de canoístas resgatou uma tartaruga que estava presa a uma rede de pesca na costa de Praia Grande, no litoral de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (11). O animal, que não apresentava ferimentos, foi devolvido ao mar em área próxima aos rochedos. "Nós estávamos remando, quando vimos uma rede de pesca grande. Sempre tem por ali. Quando a gente se aproximou, nós vimos essa tartaruga ali, se debatendo, presa à rede", conta o servidor público Thiago Ferraresi, 34 anos. Eles pararam a remada para resgatar o animal. "A gente sabe que se a deixássemos lá ela poderia morrer afogada. Nós arrebentamos a rede com a própria mão e, em seguida, a colocamos na canoa", conta Thiago. Como o animal não parecia estar debilitado, eles resolveram devolver ao mar longe daquele local. A tartaruga foi colocada no mar nas proximidades do rochedo do bairro Canto do Forte. Consultada, a Policia Militar Ambiental (PMA) ainda não informou sobre a eventual irregularidade da existência de redes de pesca naquela área da cidade.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Dois golfinhos e uma tartaruga são achados mortos em praias de Maceió



Dois golfinhos e uma tartaruga foram encontrados mortos em menos de 24 horas em Maceió. Um deles foi na manhã desta quarta-feira (8), na Praia de Ipioca. Ainda não se sabe as causas da morte e a espécie do animal. Na tarde de terça (7), os biólogos acharam na Jatiúca um outro golfinho em avançado estado de decomposição e uma tartaruga-verde. De acordo com Bruno Stefanis, do Instituto Biota de Conservação, os animais foram encontrados durante o monitoramento do projeto Biota Mar, um aplicativo para smartphones pelo qual é possível fazer a foto do animal e ter as coordenadas geográficas do local. "O animal foi encontrado durante o monitoramento que fazemos três vezes por semana, de Maceió até a Barra de Santo Antônio", afirma. De acordo com Stefanis, o Biota costuma encontrar durante o ano cerca de 12 animais mortos, entre golfinhos e baleias, em Maceió, mas ele diz que o número vem crescendo. "Percebemos que esse número está aumentando, assim como nossos esforços para catalogar os animais no litoral", afirma.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Tartaruga albina nasce em ninhada de mais de 100 filhotes no Araguaia



Uma tartaruga albina se destacou entre os mais de 100 filhotes nascidos nos últimos dias às margens no Rio das Mortes, em Ribeirão Cascalheira, a 893 km de Cuiabá, por meio do projeto Quelônios do Araguaia. Ser diferente, nesse caso, não é bom, segundo o executor do projeto na região, Gaspar Saturnino Rocha, já que o filhote não consegue passar despercebido e se torna alvo fácil para os predadores. Além de enfrentar dificuldades para se esconder dos predadores, a tartaruga albina ainda é menos resistente que as outras. "Não vimos nenhuma delas na fase adulta na natureza", pontuou Gaspar, que é técnico ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e trabalha no projeto de preservação desses animais. Outras tartarugas albinas já nasceram na região, mas isso é considerado raro. Gaspar Saturnino citou que certa vez uma equipe levou outra tartaruga albina para um cativeiro em Goiás. O animal recebeu tratamento diferenciado, longe dos predadores, e chegou à fase adulta. "Na natureza é difícil ela sobreviver, principalmente durante o inverno. Em junho e julho, elas não resistem ao frio e acabam morrendo, pois são mais frágeis do que as outras", pontuou o coordenador do projeto, que é realizado na Amazônia há mais de 30 anos e protege os ovos das tartarugas – desde o período de desova até o nascimento dos filhotes. Quando a desova acontece muito perto da água, os técnicos retiram os ovos para evitar que sejam levados para dentro do rio e os depositam em covas, dificultando a localização por parte de predadores. Depois de 65 dias, período em que os filhotes começam a nascer, as covas são abertas e as tartarugas retiradas e soltas na natureza. São mais de 100 ovos em cada cova. Normalmente, são entre 97 e 148 ovos por ninho. Em outros casos, a equipe do projeto cerca a área onde os ovos estão depositados e aguarda a eclosão natural. Essa tartaruga albina e os outros filhotes vivem na Unidade de Conservação Estadual Refúgio de Vida Silvestre, em Ribeirão Cascalheira, criada pelo governo do estado. Além do técnico do Ibama, atuam no projeto um técnico da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) e um técnico cedido pela prefeitura daquele município.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Tartaruga com 24 kg é resgatada por bombeiros de tubulação nos EUA



Uma tartaruga com cerca de 24 kg foi resgatada por bombeiros de um tubo de drenagem em Houston, no Texas. A Sociedade de Prevenção à Crueldade Contra os Animais de Houston diz que a tartaruga, de uma espécie ameaçada e conhecida como tartaruga-aligator, foi encontrada na tubulação de um novo residencial em construção, ao noroeste da cidade. Os bombeiros do resgate precisaram abrir o tubo e alargá-lo para retirar o réptil, que estaria lutando para respirar e manter a cabeça para fora da água. A Sociedade disse que também está reabilitando outra tartaruga-aligator, que tinha um anzol enganchado e outros ferimentos graves. As duas serão devolvidas à natureza após tratamento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Tartaruga gigante que vive mais de 300 anos é achada morta em SP




Uma tartaruga gigante, também conhecida como 'tartaruga de couro', foi encontrada morta na no fim da tarde desta quinta-feira (3) em uma praia de Ilha Comprida, na região do Vale do Ribeira, no litoral de São Paulo. De acordo com biólogos que encontraram o animal, o réptil pode viver até 300 anos, mas ainda não é possível determinar idade da tartaruga achada morta pelas equipes. O animal pesa 280 kg e tem aproximadamente dois metros de comprimento. De acordo com o biólogo Cristian Negrão, répteis dessa espécie podem viver durante três séculos. "Estas tartarugas vivem, em média, de 200 a 300 anos e o peso de uma tartaruga desta espécie fica em torno de 700 kg", explica. O réptil foi achado no Balneário Barra Nova. De acordo com a equipe de biólogos que atendeu a ocorrência, a tartaruga não apresentava ferimentos de rede no corpo, mas será levada para análise para descobrir a causa da morte e também a idade do animal. Segundo informações do projeto Tamar, instituto responsável pela preservação de espécies marinhas, a tartaruga de couro está "criticamente ameaçada" de extinção no Brasil. Ela vive usualmente na zona oceânica durante a maior parte da vida e única área regular de desova conhecida fica no litoral norte do Espírito Santo.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Chinesa é flagrada passeando com tartaruga de estimação em Xangai



Uma mulher foi flagrada passeando com sua tartaruga de estimação em um bairro de luxo em Xangai, na China, na última sexta-feira (23). O animal de estimação exótico chamou atenção de crianças. Um menino chegou a se aproximar na tentativa de brincar com a tartaruga.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

De tanto acasalar, tartaruga centenária consegue salvar sua espécie da extinção




Uma tartaruga gigante macho de Galápagos com mais de 100 anos de idade está sendo considerada a grande responsável por recuperar a população desses animais em sua ilha nativa, Española, e, assim, salvar a espécie da extinção. Diego é um Chelonoidis hoodensis, espécie encontrada na natureza apenas nesta ilha ao sul do arquipélago de Galápagos, no oceano Pacífico. O arquipélago ficou famoso mundialmente por ter sido alvo de estudos do naturalista inglês Charles Darwin, autor da Teoria da Evolução, por conta de sua grande biodiversidade. Há 50 anos, havia apenas dois machos e 12 fêmeas da espécie de Diego em Española - e os animais estavam espalhados demais pela ilha para que fosse possível reproduzir. Mas o apetite sexual de Diego reverteu a situação. Vivendo em um centro de reprodução na ilha Santa Cruz, uma das maiores de Galápagos, ele tornou-se pais de cerca de 800 filhotes. "Ele é um macho reprodutor muito ativo sexualmente e contribuiu enormemente para repopular a ilha", disse Washignton Tapia, especialista em preservação de tartarugas do Parque Nacional de Galápagos, à agência AFP. Com 80 kg, 90 cm de comprimento e 1,5m de altura (se esticar suas pernas e pescoço), Diego é o macho dominante entre os três selecionados para recuperar a espécie em Española. Ele convive com seis fêmeas, suas parceiras nesta missão. Diego foi achado no zoológico de San Diego, nos Estados Unidos - daí veio seu nome -, após a espécie ter sido identificada por cientistas e uma campanha internacional ter sido lançada para encontrar mais exemplares desse tipo raro de tartaruga. "Não sabemos exatamente como ou quando ele chegou aos Estados Unidos. Deve ter sido retirado de Española entre 1900 e 1959 por uma expedição científica", afirmou Tapia. Diego foi levado de volta para Galápagos em 1976 e incluído no programa de reprodução da espécie. Os cientistas não tinham conhecimento de o quanto ele havia contribuído para essa meta até uma análise genética mostrar há seis anos que ele era pai de 40% dos filhotes liberados na natureza pelo projeto. Ao todo, 2 mil tartarugas foram distribuídas pela ilha. Hoje, a espécie não está mais ameaçada de extinção. "Não diria que a espécie está em condições perfeitas, porque registros históricos mostram que houve provavelmente mais de 5 mil tartarugas na ilha. Mas está indo muito bem - e aumentando, o que é mais importante", disse Tapia. Das 15 espécies de tartarugas gigantes com origem em Galápagos, três foram extintas, vítimas dos piratas do século 18 que pilharam o frágil ecossistema do arquipélago. Entre aquelas ameaçadas atualmente, nem todas têm um macho como Diego para vir ao seu resgate. A esperança de recuperar a espécie Chelonoidis abingdoni morreu junto com seu último sobrevivente conhecido. O centenário George, o Solitário faleceu em 2012 após se recusar por muitos anos a reproduzir em cativeiro.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Tartaruga de estimação fugitiva é achada a 1,5 km de casa nos EUA


Uma tartaruga de estimação fugitiva voltou a seus donos depois de ter sido encontrada perdida a mais de 1,5 km de distância. O caso ocorreu em Yukon, no estado americano de Oklahoma. A moradora Becca Funa disse que sua tartaruga Desta, que tem mais de 11 km, é bastante rápida."E é impossível colocar uma coleira nela", brincou. Esta foi a segunda fuga de Desta de casa. Becca disse que a tartaruga passa a maior parte do tempo no quintal, nos fundos da casa. Ela disse à TV local que sentiu a falta do animal na sexta-feira. No sábado, uma mulher encontrou a tartaruga no parque da cidade. Mais tarde, devolveu-a à dona.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Baleia jubarte e tartaruga aparecem mortas em praia de Ilha Comprida, SP



Uma baleia e uma tartaruga apareceram mortas na manhã deste domingo (24), na praia Boqueirão Centro, em Ilha Comprida, na região do Vale do Ribeira, ainda no litoral de São Paulo. Apesar dos animais terem sido encontrados em avançado estado de decomposição, o biólogo Cristian Negrão acredita que a baleia de cerca de 9 metros de comprimento seja uma fêmea da espécie jubarte e, a tartaruga, da espécie verde. A baleia-jubarte é uma espécie ameaçada de extinção e não é típica da região Sudeste do Brasil. Segundo especialistas, elas costumam ficar na região Norte do país, no entanto, o litoral paulista está na área de passagem para esses mamímeros, por conta da grande biodiversidade marinha e muitos cardumes. Este é o terceiro encalhe de baleia em Ilha Comprida este ano. No mês de maio, duas baleias-jubarte também apareceram mortas em praias da cidade. Uma delas tinha 15 metros de comprimento.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Fotógrafo subaquático resgata filhote de tartaruga preso a plástico em AL


O fotógrafo subaquático Enermércio Lima que trabalha nas piscinas naturais de Maragogi registrando fotos de turistas foi surpreendido, na manhã desta sexta-feira (20), por um filhote de tartaruga que nadava presa a pedaços de nylon. Ele registrou os momentos de aflição do animal para alertar sobre o descarte inadequado de plástico no mar e resgatou o filhote, que recebeu atendimento de uma bióloga. “Eu estava seguindo para a embarcação para descarregar as fotos da máquina quando vi a agitação do filhote enroscado no nylon. Ele estava bastante agitado e nadando com dificuldades. Retirei o animal da água com um amigo que levou até a uma bióloga que examinou a tartaruga antes de solta-la novamente no mar”, conta Lima. Segundo o fotógrafo, que também é mergulhador, é comum encontrar na região da Área de Preservação Ambiental (APA) Costa dos Corais plásticos abandonados no mar e animais marinhos mortos por conta de lixo.

domingo, 8 de novembro de 2015

Projeto Tamar retira ninhos de tartaruga do Rio Doce, no ES


A lama das barragens que se romperam em Minas Gerais pode trazer graves prejuízos para a fauna e a flora do Rio Doce no Espírito Santo. Na vila de Regência, em Linhares, o Projeto Tamar começou a remover os ninhos de tartarugas depositados próximos à foz do rio, neste sábado (7). De acordo com o coordenador nacional do Projeto Tamar, o litoral norte do estado, principalmente a foz do rio Doce, é uma importante área de concentração de desovas da tartaruga gigante. "Estamos transferindo os ninhos para áreas distantes da foz, que são mais seguras. A foz é uma área de criadouros de tartarugas e de outros animais. Se a lama chegar em grande quantidade, é um risco muito grande para essas espécies", contou o coordenador. Essa não é a única medida preventiva do projeto, que está monitorando a situação do rio junto com o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema). Além da retirada dos ninhos, o Tamar vai auxiliar a Prefeitura de Linhares, junto ao Iema, a abrir a boca da barra do rio para que a lama chegue mais rápida no mar, onde é melhor diluída. A abertura estava prevista para os próximos dias com o objetivo de ajudar pescadores prejudicados com a seca que não conseguem mais atravessar o rio. Entretanto, foi antecipada, com a autorização de órgãos ambientais, após o rompimentos das barragens da mineradora Samarco. Objetivo é evitar que os animais entrem em contato com a lama (Foto: Divulgação/ Projeto Tamar) Objetivo é evitar que os animais entrem em contato com a lama (Foto: Divulgação/ Projeto Tamar) "Assim, a lama chega mais rápida no mar, onde é melhor diluída. Era necessário a medida para amenizar os efeitos nos animais que vivem na foz", destacou Joca. Apesar dos prejuízos, o Projeto Tamar destaca que não há riscos de inundação na vila e nem de corte no abastecimento de água. "O prejuízo é ambiental. Não teremos enchente na vila porque ela fica localizada em uma região alta. O abastecimento também é garantido porque há outros lagos e lagoas na região em caso de emergência", disse o coordenador nacional. Tragédia Duas barragens da mineradora Samarco se romperam na tarde desta quinta-feira (5), no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. De acordo com o Corpo de Bombeiros em Ouro Preto, pessoas estão soterradas e algumas ilhadas. *Com colaboração de Caíque Verli, do jornal A Gazeta.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Tartaruga 'comemora' Halloween nos EUA


A tartaruga Grandma, que tem entre 130 e 140 anos, comemorou nesta semana o Halloween com um café da manhã de abóbora no zoo de San Diego, na Califórnia. Grandma é natural do arquipélago de Galápagos, no Equador. O zoo de San Diego tem 13 exemplares.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Crocodilo é filmado tentando devorar tartaruga em rio na Austrália


Um crocodilo foi filmado tentando devorar uma tartaruga em um rio em Kakadu, no estado do Território do Norte, na Austrália. O australiano Rob Crothers estava pescando com sua família quando flagrou o enorme réptil mastigando a tartaruga. Assista ao vídeo.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Tartaruga centenária pode virar mãe por inseminação e salvar sua espécie


Uma tartaruga de mais de 100 anos poderá salvar sua espécie da extinção total. A última fêmea da espécie Rafetus swinhoei, também conhecida como tartaruga-gigante-de-casco-mole-do-Yangtze, passou por um procedimento de inseminação artificial no final de maio. Exames de imagem feitos após o procedimento revelaram o desenvolvimento de ovos. Somente depois que a fêmea botar esses ovos, em algumas semanas, os cientistas poderão verificar se são realmente férteis ou não. Existem apenas quatro exemplares conhecidos de tartaruga-gigante-de-casco-mole-do-Yangtze no mundo: dois machos no Vietnã e um macho e uma fêmea na China. Desde 2008, o macho e a fêmea da China passaram a viver juntos no Zoológico de Suzhou, em uma tentativa de fazê-los procriar. Apesar de o casal ter sido visto acasalando, os ovos que a fêmea botava eram sempre inférteis. Ao investigar a situação, os especialistas descobriram que o macho era infértil, pois seu órgão sexual fora danificado provavelmente em uma briga com outro macho no passado. Constatado o problema, os especialistas passaram à coleta de seu sêmen para avaliar se ele ainda era viável. O procedimento, porém, não foi fácil. "No começo, tentamos coletar o sêmen por estimulação manual e o uso de um vibrador, mas como já foi observado em outras tartarugas-do-casco-mole, o único jeito foi por sedação e eletro-ejaculação", afirmou Gerald Kuchling, especialista Aliança pela Sobrevivência das Tartarugas (TSA) que liderou os esforços para a inseminação artificial. As análises revelaram que o esperma ainda era viável, o que permitiu que a fêmea fosse submetida ao procedimento de inseminação artificial. Tanto o macho quanto a fêmea se recuperaram bem dos procedimento. "A tentativa de procriação de espécies criticamente ameaçadas, e a superação de obstáculos para a procriação natural por esse xonsórcio global de especialistas é um ótimo exemplo de cooperação internacional para salvar espécies em perigo", disse o veterinário-chefe da Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS), Paul P. Calle. O projeto de inseminação artificial é resultado de uma parceria entre a Aliança pela Sobrevivência das Tartarugas (TSA), o Zoológico de San Diego, o Zoológico do Bronx, da WCS, o Zoológico de Changsha, o Zoológico de Suzhou e a Associação Chinesa de Zoológicos.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

'Parece um dinossauro', diz jovem que pescou tartaruga exótica no AC




O designer gráfico Edson Souza, de 34 anos, levou um grande susto durante uma pescaria, nesta segunda-feira (11), em uma fazenda próxima ao município de Xapuri, distante 188 km de Rio Branco. Na esperança de retirar apenas peixes de um açude no local, o acreano acabou se surpreendendo com uma tartaruga diferente das outras. "Ocorreu em um açude, a tartaruga estava presa em uma rede de pesca. Ficamos todos surpresos por aquele bicho tão estranho. Parecia um dinossauro. Nem o pessoal da fazenda sabia o que era. Depois, as pessoas mais antigas falaram que era uma matamatá", relembra. Souza conta a tartaruga estava cansada por tentar se soltar da rede. Ele diz ainda que, após fotografar o animal, o liberou novamente no açude da fazenda. Era a primeira vez que o designer acreano pescava no local. "Sou acreano e foi a primeira vez que vi esse bicho. Ele estava muito cansado e nós o devolvemos ao açude", acrescenta. De acordo com o biólogo Moisés Barbosa, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), da Universidade Federal do Acre (Ufac), a tartaruga, conhecida popularmente como matamatá, é uma Chelus fibriatus. Apesar da aparência exótica, o réptil é comum na região amazônica. "Ela tem uma carapaça cheia de ondulações. É bastante comum na região amazônica, em áreas de igapó e açudes, principalmente, em ambientes com água escura, parada, onde existem matas preservadas. Ela se alimenta principalmente de peixes", explica. O biólogo diz ainda que muitas podem ser as explicações para a aparência diferenciada da matamatá. Uma delas é a própria seleção natural. "Existe a seleção natural, sobrevive aquele animal que passa despercebido pelos seus predadores. Esse é um animal pré-histórico, que está no planeta em torno de 250 a 300 milhões de anos. Esse é um dos grupos mais antigos, que não se modificou tanto desde os primeiros grupos", diz. Barbosa acrescenta que a formato do bicho ajuda na alimentação. "Ele tem um pescoço grande, alargado e cheio de estruturas que parecem algas. Muitas vezes, as águas movimentam essas pequenas barbatanas e isso pode, muito bem, atrair os peixes. Então, umas das justificativas é essa camuflagem no meio que ele vive", finaliza.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Tartaruga nada em círculos e consegue escapar de tubarão


O ambientalista costarriquenho Randall Arouz flagrou uma tartaruga nadando em círculos para escapar das mandíbulas de um tubarão-tigre na costa da Costa Rica. O réptil acabou conseguindo escapar ao confundir o predador com sua tática curiosa. Arouz, que é presidente do Programa de Restauração da Tartaruga Marinha (Pretoma), registou a cena rara durante pesquisa nas ilhas Cocos. Segundo ele, as tartarugas usam tais estratégias para evitarem ser devoradas pelos predadores.

sábado, 27 de setembro de 2014

Tartaruga ferida vai cruzar os Estados Unidos para chegar a novo abrigo


 
Uma tartaruga marinha chamada Sapphire está se preparando para uma longa viagem nesta quinta-feira (25). Ela será levada de um Hospital de Tartarugas localizado em Florida Keys, um conjunto de ilhas no sudeste dos Estados Unidos, até seu lar permanente no sul da Califórnia, na costa oeste do país. Nesta quarta-feira, foram feitos os últimos preparativos para a jornada de 4 mil km até a instituição The Living Coast Discobery Center, perto da cidade de San Diego. A jovem fêmea, de quase 60 quilos, não pode ser liberada na natureza porque não consegue submergir sem os pesos de quase 1 kg presos com epóxi em sua carcaça. À medida em que a tartaruga for crescendo, os pesos devem cair e novos deverão ser instalados no lugar. "Ela não consegue evacuar ar de seus pulmões devido a um ferimento na coluna espinhal, então infelizmente para Sapphire, ela não poderá ser liberada", diz a gerente do Hospital de Tartarugas, Bette Zirkelbach. A tartaruga foi resgatada em 2010 com um ferimento devido à colisão com um barco, segundo Bette. Ela foi tratada por 45 dias e o hospital a liberou, depois que ela aparentou estar totalmente curada. Mas, em maio de 2013, ela foi encontrada flutuando novamente perto de Florida Keys. Logo depois, funcionários ligados à vida selvagem no estado concluíram que ela precisaria de um "lar eterno". Bette diz que Sapphire é a única das 1.400 tartarugas que o hospital já tratou nos últimos 28 anos que voltou depois de liberada. Para monitorar a saúde e o conforto das tartarutas, Bette e o fundador do hospital. Richie Moretti, vão acompanhar a tartaruga em dois voos da FedEx de Miami a Memphis e depois para San Diego. "Apesar de a Sapphire não poder ser devolvida à natureza, a boa notícia é que ela poderá ser como uma embaixadora para sua espécie, as tartarugas marinhas em risco", disse Bette.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Biólogos pesam tartaruga de 166 kg em parque nacional da Austrália



 
A tartaruga Hugo, de 63 anos, saiu nesta terça-feira (1º) do seu habitat no Parque Australian Reptile em Somersby perto de Sydney, na Austrália, para fazer a pesagem anual. Hugo precisou ser carregado por quatro homens e foi usada uma balança industrial para medir o seu peso. O animal está com 166 kg, um a mais do que pesava no ano passado. Hugo é proveniente do arquipélago de Galápagos. A expectativa de vida de uma tartaruga de lá é de até 180 anos.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Homem é surpreendido ao capturar "Tartaruga Dinossauro"


 
Uma postagem que se tornou "viral" (mais de 100.000 "curtidas" e 10.000 compartilhamentos, em poucas horas) na internet. "O animal é uma "tartaruga-aligátor" (Macrochelys temminckii), espécie que habita rios, lagos e pântanos, mais comumente encontrada no sul dos EUA. Um pescador de Oklahoma, nos EUA, se surpreendeu quando tentava pegar alguns bagres ao encontrar um animal de aparência pré-histórica. Trata-se de uma tartaruga gigante, a qual foi fotografada em seus braços antes de ser liberada novamente na natureza. Dave Harrel postou a imagem na internet, a qual logo se tornou viral. Rapidamente, ela foi compartilhada mais de 10 mil vezes no Facebook. Harrel explicou que ele e um amigo, Audey Clark, foram pescar em Mill Creek, Eufaula Lake, quando viram algo extremamente grande. Os doistiveram um grande trabalho para conseguirem pegar o animal; a tartaruga foi fotografada e liberada na água de forma ilesa." Pelo seu aspecto, a "tartaruga-aligátor" é vista (e preservada) como "um fóssil vivo". Na região Norte do Brasil e em várias áreas amazônicas da América do Sul podem ser encontrados animais, razoavelmente semelhantes tão bizarros quanto este (mas de tamanho bem menor), as "tartarugas matá-matá". " Matá-matá (ou matamata) (Chelus fimbriata) é uma espécie de cágado de água doce pertencente à família Chelidae. É a única espécie do gênero Chelus. Encontrada predominantemente nas águas doces da América do Sul, é um animal carnívoro que se alimenta de invertebrados aquáticos e peixes. A matá-matá tem uma aparência bem diferente das demais tartarugas. Tem uma carapaça marrom (castanha) ou preta e pode medir até 44.9 cm. A couraça é reduzida, estreita, sem articulações, encurtada na frente e reta atrás. A cabeça também é bastante distinta, triangular, grande, extremamente achatada. Tem numerosas abas de pele. Tem dois barbilhos no queixo e dois adicionais barbilhos filamentosos na mandíbula. O focinho é longo e tubiforme. A mandíbula superior não é nem curva nem chanfrada. Cabeça, pescoço, rabo e membros são marrons acinzentados nos adultos. O pescoço é bastante longo, maior que a vértebra dentro da carapaça, e é franjado com pequenas abas de pele ao longo dos dois lados, assemelhando-se a um galho de árvore. Cada pata dianteira tem cinco garras com membranas natatórias. Machos têm couraças côncavas e rabos compridos e longos. A matá-matá prefere rios lentos, lagos calmos, pântanos e brejos. Seu habitat compreende o norte da Bolívia, leste do Peru, Equador, leste da Colômbia, Venezuela, as Guianas e o norte e centro do Brasil. Prefere águas rasas onde possa alcançar a superfície para respirar. Pode segurar a respiração por muito tempo, ficando imóvel no fundo. Prefere rastejar no fundo a nadar e, sempre que possível, evita expor-se à luz do sol. Caso perceba um predador à espreita, ela fica submersa e imóvel, com suas abas esquisitas ajudando-a a se camuflar na vegetação em volta, até que um peixe chegue perto. Então a mata-mata impulsiona sua cabeça para fora e abre sua enorme boca o máximo que puder, criando uma pressão que suga a presa para dentro da boca. Ao fechar a boca, a água é expelida lentamente, e o peixe é engolido inteiro. A presa precisa ser do tamanho apropriado para a tartaruga; matamatas não conseguem mastigar muito bem, devido à anatomia de sua boca."

sábado, 12 de abril de 2014

Tartaruga amputada ganha nadadeira artificial e volta a nadar



 
Uma nadadeira artificial desenvolvidas por um estudante de design industrial possibilitaram que uma tartaruga-verde com as patas esquerdas amputadas voltasse a nadar livremente. A tartaruga Hofesh - nome que significa "liberdade" em hebraico - foi resgatada com ferimentos no Mar Mediterrâneo pela equipe da organização israelense "Sea Turtle Rescue Center". As patas esquerdas tiveram de ser amputadas, o que a tornou incapaz de nadar. Ela foi levada a um centro de reabilitação animal em Israel, onde o estudante Shlomi Gez, que tinha lido sobre o caso de Hofesh pela internet, resolveu criar um aparato para ajudar a tartaruga. Ele criou uma nadadeira de poliprolipeno. "A nadadeira permite que o peixe mantenha o equilíbrio; então eu decidi adaptar a ideia para a tartaruga", diz o estudante. Agora, Hofesh consegue nadar novamente e até arranjou uma parceira. Os pesquisadores querem que o macho se reproduza com outra tartaruga do centro de reabilitação, uma fêmea que ficou cega em um acidente com um barco.