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terça-feira, 25 de julho de 2017

Tartarugas marinhas serão monitoradas na costa do ES atingida pela lama da Samarco


As tartatugas marinhas que costumam visitar o litoral Norte do Espírito Santo serão monitoradas durante cinco anos, pelo projeto Tamar e pela Fundação Renova. O estudo será realizado em 156 km de praia, de Aracruz a Conceição da Barra. Possíveis danos aos animais provocados pela lama da barragem da Samarco serão avaliados. A ideia é avaliar aspectos como reprodução, alimentação e desova, por exemplo, para identificar se houve mudanças na dinâmica das tartarugas do litoral capixaba. Por serem espécies ameaçadas de extinção, podem ser mais sensíveis a mudanças no ambiente. Por isso, o resultado desse monitoramento é um indicador fundamental para avaliar as ações de reparação ambiental executadas pela Renova, após o rompimento da barragem da Samarco em Mariana, que levou lama com sedimentos de minério do Rio Doce até o mar. Os trabalhos começam nos próximos dias e os primeiros resultados serão compartilhados com os órgãos ambientais seis meses após o início do estudo. O levantamento será realizado durante todo o ano e reforçado no período de desova das tartarugas, de setembro a março, quando o monitoramento ocorrerá durante o dia e também no período da noite. Entre os locais monitorados estão áreas como Reserva Biológica de Comboios, a Terra Indígena de Comboios, Povoação, Monsarás, Cacimbas, Ipiranga, Ipiranguinha, Pontal do Ipiranga, Barra Seca/Urussuquara, Campo Grande, Barra Nova e Guriri. A execução das atividades irá mobilizar mão de obra local – pescadores e moradores tradicionais da costa – para detecção e monitoramento das fêmeas, ninhos e filhotes, levando em conta também o conhecimento tradicional da população. Todo o trabalho será supervisionado por técnicos e estagiários para possibilitar os estudos de distribuição espacial e temporal dos ninhos, proteção, identificação das espécies e avaliação do sucesso reprodutivo. As equipes serão alocadas nas bases do Tamar ao longo da área a ser estudada e serão geridas pelos técnicos do Centro Tamar/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Tartarugas são soltas no mar em Guarujá após período de reabilitação



Três jovens tartarugas-verde resgatas em praias da Baixada Santista nos últimos dois meses, foram devolvidas ao mar nesta quarta-feira (10), em Guarujá, no litoral de São Paulo. Elas passaram por tratamento no Instituto Gremar, responsável pela reabilitação e resgate de animais marinhos na região. Dos três animais soltos pela manhã, dois foram encontrados na praia da Enseada, em Guarujá, durante o mês de junho. O terceiro animal foi achado em julho, na praia de Guaratuba, em Bertioga. Segundo os biólogos do instituto, quando resgatados, os animais apresentavam sinais de cansaço e alguns também tinham marcas de escoriações pelo corpo. As tartarugas ficaram, em média, 50 dias internadas até receber alta. Já totalmente reabilitatos, elas foram soltas na manhã desta quarta-feira na praia das Conchas, em Iporanga, no Guarujá.

sábado, 30 de abril de 2016

As tartarugas do deserto que obrigaram a Marinha dos EUA a mudar seus planos



Conseguir obrigar o corpo de infantaria da Marinha dos Estados Unidos a sair em retirada não está ao alcance de muitos. Fazê-lo sem qualquer confronto militar é no mínimo surpreendente. E que os responsáveis por esta mudança de planos sejam tartarugas do deserto que levam dias para cobrir apenas 1,5 km de distância é impressionante...e possível. A infantaria da Marinha dos EUA usa terrenos onde há condições semelhantes a situações de guerra para treinamentos. O deserto é um deles. É o caso da base que a Marinha tem em Twentynine Palm, um povoado do condado de San Bernardino, no deserto de Mojave, na Califórnia. A ideia era ampliar a base para organizar uma missão especial de formação e treinamento com tanques e armas pesadas durante todo o mês de agosto. No entanto, a presença na área de mais de 1.000 tartarugas do deserto fez o Exército reconsiderar os planos. No início de março, foi anunciado um projeto de US$ 50 milhões para transportar por ar cada uma dessas tartarugas a uma reserva federal na localidade vizinha de Barstow. Mas o medo de prejudicar os animais fez o projeto ser suspenso, pelo menos até que uma alternativa seja encontrada. Também contribuiu para o cancelamento do projeto o pedido do Centro de Diversidade Biológica, que mostrou preocupação com o impacto que a transferência poderia ter sobre esses animais já vulneráveis. Tartarugas do deserto adultas podem pesar quase 7 kg e medem cerca de 25 centímetros de comprimento, embora alguns possam passar dos 35 centímetros. Eles passam a maior parte de sua vida escondido em buracos, dos quais saem para comer e se reproduzir. "Nas últimas três décadas, perdemos até 90% da população de tartarugas do deserto", disse à BBC Mundo Debra Hughson, chefe do escritório de Ciência e Recursos da Reserva Nacional de Mojave. Hughson explica que a espécie está ameaçada por uma combinação de fatores, dos quais cita: - A superpopulação de corvos - Atropelamentos por carros - A presença de predadores, como coiotes, raposas e até cães abandonados - Doenças respiratórias - Plantas invasoras que produzem problemas nutricionais - Operações militares

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Polícia apreende arraias e tartarugas em residência de Urânia


A Polícia Ambiental de Jales (SP) apreendeu nesta quinta-feira (15) vários animais exóticos em uma casa em Urânia (SP). Segundo os policiais, o proprietário não tinha autorização para manter as espécies de animais em cativeiro. Duas tartarugas mordedoras de origem Americana e 52 arraias que pertencem à bacia Amazônica foram localizadas em um tanque nos fundos da residência. A polícia disse que o dono da casa não tinha autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para criar os animais. O homem foi multado em R$ 12,8 mil e deve responder por crime ambiental. A Polícia Ambiental informou que, por enquanto, os animais devem continuar com o proprietário até que um lugar adequado seja encontrado pelos órgãos de defesa.

sábado, 22 de novembro de 2014

No Havaí, tartarugas estão morrendo de tumor por ingerirem nitrogênio concentrado nas algas.


Um estudo publicado pelo portal de conheciemento Peer J revelou que resíduos de atividades agrícolas e poluição urbana estão causando tumores em tartarugas marinhas no Havaí. Pesquisadores das Universidades Duke, do Havaí e da Administração Nacional Ocêanica e Atmosférica dos EUA descobriram que o nitrogênio, usado em excesso na agricultura, acaba sendo absorvido pelas algas marinhas. A triste notícia é que os animais que comem essas algas acabam sofrendo com a formação de tumores nos olhos, nadadeiras e órgãos internos, como é o caso das tartarugas.

terça-feira, 1 de julho de 2014

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Programa registra nascimento de mais de 450 mil tartarugas em Goiás




Entre os meses de setembro e início de dezembro, a desova das tartarugas foi monitorada nos rios Crixás-Açu e Araguaia, em Goiás. O projeto, realizado pela Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Goiás (Semarh) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), registrou o nascimento de mais de 450 mil filhotes na temporada. De acordo com a Semarh, o Programa Quelônios da Amazônia (PQA/GO) acompanhou a desova dos animais da espécie podocnemis expansa, a tartaruga-da-amazônia. O objetivo foi levantar informações sobre as populações e identificar as principais ameaças no habitat natural. No Rio Crixás-Açu foram identificados o nascimento dos animais em 28 praias. Já no Araguaia, em 13. Os biólogos monitoraram uma área no Rio Crixás-Açu, que fica entre os municípios de Mundo Novo e Nova Crixás, totalizando 160 quilômetros. Já no Rio Araguaia foram percorridos 280 quilômetros, entre as cidades de Britânia e São Miguel do Araguaia. Ao todo, foram marcadas 90 tartarugas adultas e 20 mil filhotes, permitindo o monitoramento da população natural, sendo que foram identificados aproximadamente 2.800 ninhos no Rio Crixás e 2.500 no Araguaia. Para quantificar o número total de filhotes nascidos no período, foram amostrados 400 ninhos, onde se verificou uma média de 98,40 ovos por unidade e, destes, em média, 86,14 filhotes eclodiram. Com isso, segundo a Semarh, ocorreram mais de 241 mil nascimentos no Rio Crixás e 215 mil no Araguaia. A secretaria ainda informou que os trabalhos de monitoramento continuam, principalmente para coibir atos predatórios ilegais contra as tartarugas.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Tartarugas sofrem com onda de calor na Índia




Em Nehru Park, em Hyderabad, funcionário joga água nos animais que sofrem com temperaturas que chegam a 43°C, causando muito desconforto. Nas fotos o funcionário refresca a tartaruga (Foto: Mahesh Kumar A./AP). Esta região da Índia sofre com uma onda forte de calor.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Veterinários recorrem à acupuntura para recuperar tartarugas nos EUA



Veterinários norte-americanos recorreram à acupuntura na tentativa de salvar tartarugas marinhas de espécies ameaçadas que adoeceram na costa do país. O objetivo da técnica é reduzir o estresse, melhorar o fluxo sanguíneo e fortalecer o sistema imunológico – efeitos que a acupuntura, comprovadamente, provoca nos humanos. No entanto, a acupunturista Claire McManus ainda não sabe se a técnica vai funcionar. “Não há muita literatura disponível sobre acupuntura em tartarugas, então estou me baseando em como tratamos outros animais e humanos”, afirmou. O problema das tartarugas começou quando elas chegaram a praias da região da Nova Inglaterra, no nordeste do país, em busca de comida. A temperatura caiu bruscamente e os animais, que não têm sangue aquecido como o dos mamíferos, ficaram imóveis durante dias. Somente 242 animais puderam ser salvos, e foram levados para o Aquário da Nova Inglaterra para tratamento. Além da hipotermia, os répteis sofriam de problemas como pneumonia e desnutrição. As tartarugas foram tratadas com as melhores tecnologias veterinárias disponíveis, que vão desde rações enriquecidas a antibióticos e tratamento com laser. Recuperadas, elas puderam ser devolvidas à natureza. No entanto, 14 indivíduos não responderam bem ao tratamento e ainda apresentam dificuldades de mobilidade que não os permitiriam sobreviver na natureza. É para recuperar esses animais que os especialistas em acupuntura foram acionados.