No mar profundo, nas profundezas dos oceanos, rios e lagos, peixes, crustáceos, corais, moluscos, mamíferos, peixes abissais, em um mundo ainda bastante desconhecido.
terça-feira, 1 de julho de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Foto de peixe gigante empalhado gera especulações na web
A foto de um peixe gigante empalhado que foi publicada por um usuário chinês no site Reddit gerou discussão entre os usuários sobre a espécie do peixe.
Entre as centenas de comentários, alguns disseram que seria um esturjão, espécie que pode alcançar mais de quatro metros de comprimento.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Peixe-pulmonado que vive há 80 anos em aquário nos EUA ganha festa
Um peixe-pulmonado-australiano que vive há 80 anos no aquário Shedd, em Chicago, no estado de Illinois (EUA), ganhou uma festa nesta terça-feira (17).
Apelidado de "vovô", o peixe foi levado para Chicago em 1933 durante a realização de uma feira mundial na cidade.
"Vovô" é considerado o peixe mais velho do mundo vivendo em um aquário.
Peixe raro e bizarro intriga especialistas nos EUA
Um peixe esquisito e bastante raro capturado na região de Tampa, na Flórida, deixou especialistas intrigados, fazendo com que ele fosse levado para o laboratório para que sua espécie fosse identificada.
A Comissão de Conservação de Pesca e Vida Selvagem da Flórida recebeu um chamado após a criatura ser encontrada em um píer em Pensacola, e, diante da imprecisão para identificar a que espécie pertence, o bicho acabou levado para o instituto de pesquisa da organização.
De acordo com a emissora “WTSP”, os peritos irão recolher amostras de DNA para conseguir determinar a identidade do bicho.
Por enquanto, o instituto se limitou a dizer que trata-se de um peixe muito raro e que não é comum em águas costeiras.
Raro peixe-cavalo é flagrado nos EUA
Um raro peixe-cavalo (Alepisaurus ferox), também conhecido como peixe-serrote, foi flagrado no cais de Jennette, em Nags Head, no estado da Carolina do Norte (EUA). A espécie vive em altas profundidades e raramente é vista perto da costa.
Segundo o site "LiveScience", o peixe-cavalo chama atenção por seus dentes afiados e nadadeira dorsal proeminente, além do hábito de comer sua própria espécie. Ele pode alcançar até dois metros de comprimento e geralmente se alimenta à noite. Além da própria espécie, alimenta-se de crustáceos, lulas e espécies menores de peixes. Após ser fotografado, segundo o Departamento de Meio Ambiente e de Recursos Naturais da Carolina do Norte (DENR), o peixe foi solto.
Tubarão branco assusta pescadores ao roubar iscas de barco nos EUA
Um grupo de pescadores filmou o exato momento em que um grande tubarão branco arrancou um saco de iscas de seu barco na costa de Cape May, no estado de Nova Jérsei (EUA), no sábado (21). O tubarão, que teria mais de quatro metros, foi flagrado retornando várias vezes até conseguir pegar as iscas presas à embarcação. Assista ao vídeo.
Marlim-azul de 270 kg e avaliado em US$ 500 mil vira atração na Flórida
Um marlim-azul de 270 quilos virou atração em Miramar Beach, no estado da Flórida (EUA), enquanto era pesado no sábado (21). O enorme peixe foi fisgado por Steve Brown na última sexta-feira na costa da Flórida.
Brown levou quase duas horas para vencer a batalha contra o marlim, que chegou a dar mais de 15 soltos na tentativa de fugir. Segundo o jornal "Northwest Florida Daily News", seu preço chega a US$ 500 mil (R$1,1 milhão).
sábado, 14 de junho de 2014
Mudança climática pode causar guerra por comida entre pinguins
As espécies de pinguins da Antártica, que no passado se beneficiavam da elevação as temperaturas, agora estão em declínio porque o aquecimento avançou demais, afirmaram cientistas nesta quinta-feira (12). Estudos científicos anteriores não haviam conseguido determinar o declínio das populações de pinguins-de-adélia e de pinguins-antárticos, enquanto a de pinguins-de-papua aumenta.
No novo estudo, biólogos afirmaram que todas as três espécies se expandiram depois da última Era do Gelo, que terminou por volta de 11 mil anos atrás, mas as temperaturas em elevação vistas hoje estão ameaçando sua fonte de alimentos.
"Havia menos gelo em volta da Antártica, o que era bom para esses pinguins, pois criou novos hábitats", declarou Gemma Clucas, do Departamento de Ciências da Terra e Oceano de Southampton.
"No entanto, o que vimos agora é que as mudanças climáticas estão resultando em menos gelo ainda e que isto agora é muito ruim para os pinguins-de-adélia e antárticos, porque eles não têm mais comida suficiente", acrescentou.
Essas espécies comem, sobretudo, krill, pequenos crustáceos similares ao camarão, que se alimentam, por sua vez, de algas sob o gelo em declínio. Já os papua têm uma dieta mais variada, que inclui peixes e lulas, menos afetadas pelos mares mais quentes.
"O que estamos vendo é um 'reverso de fortunas', em que o aquecimento crescente não é mais tão bom para duas das três espécies de pinguins da península antártica", acrescentou o coautor, Michael Polito, do Instituto Oceanográfico Woods Hole.
"Essa pesquisa mostra com clareza como uma única mudança ambiental, neste caso o aquecimento, pode ter consequências diferentes com o passar do tempo", continuou.
O estudo foi publicado no periódico "Scientific Reports", uma publicação da revista "Nature".
terça-feira, 10 de junho de 2014
Tubarão que sumiu na Austrália pode ter sido devorado por 'monstro' de 6m
As autoridades de Queensland, na Austrália, estão preocupadas após um “monstro” devorar um tubarão de 2,7 m que estava sendo monitorado na região, estipulando que a criatura responsável pelo episódio bizarro pode ter mais de 6 m de comprimento.
De acordo com a emissora “ABC”, banhistas foram alertados para ficarem longe das águas próximas de Stradbroke Island, um destino turístico bastante comum, até que o suposto tubarão gigante seja encontrado.
Em 2009, um caso semelhante ocorreu na mesma região, quando um tubarão com cerca de 6 m atacou outro animal da mesma espécie e, quando pescadores encontraram a carcaça, viram marcas impressionantes de mordida em seu corpo.
Cientistas no país agora trabalham para descobrir exatamente qual seria a criatura que teria atacado um tubarão-branco de mais de 2,7 m de comprimento, que tinha recebido um sensor para a realização de monitoramento ambiental.
De acordo com o canal norte-americano “Smithsonian”, peritos estavam monitorando a criatura por quatro meses quando o localizador foi encontrado em uma praia próxima.
Ao analisarem os dados à época, os peritos descobriram que o tubarão estava nadando e que a temperatura do sensor era de cerca de 7ºC. No entanto, de repente a medição foi para 25ºC, indicando que o sensor só poderia estar dentro da barriga de outro animal.
Outro dado interessante foi que, após supostamente devorar o tubarão-branco, o sensor viajou 580 m para baixo do mar, antes de subir novamente e ser levado até a praia.
Aquecimento global danifica corais vitais para pequenos países-ilha, diz ONU
O aquecimento global está causando trilhões de dólares em danos aos recifes de coral, agravando os riscos para os pequenos países insulares tropicais ameaçados pela elevação do nível do mar, afirma um relatório da ONU divulgado nesta quinta-feira.
O aumento do nível do mar para algumas ilhas do Pacífico Ocidental foi de quatro vezes a média mundial, com elevação de 1,2 centímetro por ano de 1993 a 2012 devido a mudanças nos ventos e correntes, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).
O estudo, divulgado para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente das Nações Unidas, em 5 de junho, assinala que o aquecimento das águas do Oceano Índico para o Caribe estava danificando recifes, matando os animais minúsculos que formam os corais.
"Estas 52 nações, lar de mais de 62 milhões de pessoas, emitem menos de 1% dos gases de efeito estufa globais, mas elas sofrem desproporcionalmente com as mudanças climáticas que as emissões globais causam", disse Achim Steiner, o diretor-executivo do Pnuma.
"Algumas ilhas podem se tornar inabitáveis e outras enfrentam a perda potencial da totalidade de seus territórios", disse o estudo.
A perda dos corais está trazendo um prejuízo de trilhões de dólares por ano dos serviços proporcionados pela natureza, geralmente considerados gratuitos. Os corais são berçários para muitos tipos de peixes, eles ajudam a proteger as costas de tempestades e tsunamis e também atraem turistas.
Um estudo no mês passado estimou que cada hectare dos recifes de coral do mundo presta serviços no valor de US$ 350 mil por ano. Uma perda de 34 milhões de hectares de corais desde o final da década de 1990 representa US$ 11,9 trilhões por ano. "Os corais... provavelmente são os ecossistemas mais ameaçados do planeta", disse Robert Costanza, da Universidade Nacional Australiana e principal autor do estudo.
O painel de cientistas do clima da ONU disse em março que havia sinais de alerta de que os corais de águas quentes já estavam experimentando mudanças "irreversíveis". "Enfrentar a mudança climática... é absolutamente vital para a sobrevivência dos pequenos países insulares ", disse Christiana Figueres, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, em entrevista coletiva.
O relatório também aponta que as pequenas ilhas poderiam aproveitar a abundante energia solar ou eólica para ajudar a reduzir a conta de importação de combustível, muitas vezes entre 5% e 20% do produto interno bruto.
"Estamos fazendo o que podemos", disse o ministro do Meio Ambiente das Ilhas Marshall, Tony de Brum, apontando para planos de investimento em energia solar. As Ilhas Marshall possuem o maior santuário de tubarões do mundo.
'Odisseia' de 3 anos desbravará 56 mil km de profundezas marinhas
Uma equipe de 12 jovens cientistas, liderada pelo biólogo marinho Alexander Semenov, planeja uma viagem épica de três anos para explorar as profundezas do mar.
Eles irão desbravar mais de 56 mil km dos Oceanos Atlântico, Pacífico e Índico em busca de animais marinhos gelatinosos, como águas-vivas e lesmas marinhas - a bordo de um navio de 21 metros, feito sob medida para expedição.
Semenov também é fotógrafo subaquático e já documentou vários animais semelhantes ao que o grupo pretende encontrar na viagem.
A "Expedição Aquatilis" pretende sair no verão de 2015 de Marmaris, na Turquia. Parte dos custos da viagem virá de financiamento coletivo.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Inglês se assusta ao dar 'de cara' com tubarão-elefante na costa da Inglaterra
O inglês Lew Smart, de 31 anos, gravou em vídeo o momento assustador em que o homem deu de cara com um tubarão elefante, que nadava pela na região de Sennen Cove, na Inglaterra, em busca de alimento. Veja o vídeo.
De acordo com o jornal “Mirror”, Smart teria visto uma forma estranha nadando no mar e, em vez de apenas tirar uma foto de longe, pegou sua câmera à prova d’água e foi investigar o fato.
Assim que submergiu a câmera, o inglês deu “de cara” com a criatura de 4,5 m que, felizmente, não oferece riscos a seres humanos, já que se alimenta de plâncton.
Raro 'tubarão bocudo' é capturado no Japão
Um raro tubarão-boca-grande (Megachasma pelagios) foi capturado no mês passado no Japão. Diante de centenas de pessoas, a fêmea de 680 quilos e mais de 3 metros de comprimento passou por uma autópsia no Museu de Ciência Marinha de Shizuoka.
Segundo a imprensa japonesa, essa é apenas a 58ª vez que um tubarão-boca-grande é visto ou capturado pelo homem. O primeiro exemplar da espécie foi descoberto no Havaí, em 1976, o que levou os cientistas a criarem uma nova família de tubarões.
O tubarão-boca-grande, que vive em águas profundas (o exemplar japonês foi achado a uma profundidade de 790 metros), é uma espécie dócil, que se alimenta por filtração. Ele nada com sua enorme boca aberta, filtrando a água atrás de alimentos. Assista ao vídeo.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Estudo relaciona encalhe de baleias na Austrália com desnutrição
A desnutrição pode explicar o forte aumento do número de baleias-jubartes que encalham na costa ocidental da Austrália, indicaram nesta quarta-feira (28) cientistas em uma conferência em Perth. A necropsia dos cetáceos, em sua maioria espécimes jovens, mostrou que as baleias encalhadas sofriam de desnutrição.
De acordo com Carly Holyoake, da Universidade Murdoch, "a maioria [dos exemplares] tinha um nível de gordura muito baixo, indispensável para a energia, a regulação térmica e a capacidade de flutuar", acrescentou.
Segundo a agência France Presse, entre 1989 e 2007, até três baleias-jubartes encalhavam todos os anos na costa ocidental da Austrália, sobretudo na parte sul.
O número aumentou para 13 em 2008 e para 46 em 2009. Em 2010 e 2011, encalharam, respectivamente, 16 e 17 baleias.
Entre as causas da desnutrição desses mamíferos aquáticos figuram a intensificação da pesca comercial de krill (para as explorações piscícolas) e a influência, ainda pouco conhecida, do aquecimento global nas quantidades de krill nas águas. O krill é um elemento chave na dieta das baleias.
Na última semana, o governo brasileiro tirou a jubarte da lista de espécies ameaçadas de extinção graças ao aumento da população desses animais no litoral do país, onde cruzam e geram novos filhotes. A espécie foi reclassificada para "quase ameaçada", status que demanda a continuidade de trabalhos de conservação.
Segundo o MMA e o Instituto Baleia Jubarte, há quase três décadas existiam entre 500 e 800 animais vivendo apenas na região de Abrolhos, no sul da Bahia – principal concentração dessas baleias. Em 2011, quando foi realizada a última contagem aérea, foram avistados 14 mil animais. Até o próximo censo, previsto para este ano, o número pode saltar para 20 mil.
No país, elas são encontradas na costa do Espírito Santo e Bahia entre julho e novembro, onde permanecem para procriação. De dezembro até junho, seguem para a Antártica, onde se alimentam de krill (invertebrados parecidos com o camarão).
Pesca da piracatinga será restrita na Amazônia para evitar morte de botos
Uma portaria interministerial que será publicada nos próximos dias vai instituir na Amazônia, a partir de janeiro de 2015, moratória de cinco anos para a pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe conhecido como douradinha, com o objetivo de proteger a população de jacarés e botos-vermelhos (Inia geoffrensis), chamados de botos-cor-de-rosa. O anúncio foi feito este mês pelos ministérios da Pesca e Aquicultura e Meio Ambiente.
Segundo especialistas, pescadores tem matado diversos botos na região e utilizado sua carne como isca para atrair cardumes de piracatinga, chamado de "urubu d'água" porque consome carne apodrecida. A prática, difundida no interior do estado, ocorre ainda em zonas próximas a Manaus, capital do Amazonas.
Estima-se que o volume anual de pesca provoque a morte de 67 a 144 botos-vermelhos por ano. Essa quantidade está bem acima da taxa natural de mortalidade, estimada em 16 animais ao ano. Isso tem causado uma redução drástica na quantidade de espécimes.
Estudo divulgado em 2011 mostra que, em uma década, a população de botos da Amazônia reduziu pela metade.
De acordo com a Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa), localizada no Amazonas, as características da espécie contribuem para a vulnerabilidade deste mamífero amazônico. As fêmeas têm gestação de dez meses e cuidam dos filhotes por até quatro anos, ou seja, a inserção de outro boto na natureza é demorada.
Outro dado importante aponta que cada boto-vermelho, que chega a medir 2,5 metros e pesar 180 kg, pode render ao menos uma tonelada de piracatinga.
Na região de Tefé, estima-se a pesca de 400 toneladas do pescado ao ano, sendo que grande parte da carga é enviada para a Colômbia. Os peixes vão também para o comércio do Amazonas, mas também são enviados para São Paulo e Nordeste.
Segundo o Ministério da Pesca, a moratória vai resguardar a subsistência do pescador artesanal e, por isso, ficará autorizada a captura de até 5 quilos por dia para o consumo familiar. O governo vai estudar alternativas para a retomada da pesca da douradinha após o término da moratória.
Fonte:
domingo, 1 de junho de 2014
Tubarão-baleia 'guloso' rouba peixes de rede de barco na Indonésia
Pescadores na costa da Indonésia foram surpreendidos durante uma saída ao mar quando um tubarão-baleia enorme aproveitou os peixes que haviam sido capturados em uma rede e fez uma refeição generosa sem muita dificuldade (veja o vídeo).
O animal, conhecido por seu tamanho impressionante, foi bastante guloso diante da oferta de comida, e não pareceu se esforçar para sugar os peixes capturados pelo barco, que não tinham a menor condição de oferecer resistência.
De acordo com o jornal “Daily Mail”, mesmo com as perdas durante a pesca, os pescadores gostam da presença de tubarões em volta do barco, já que isso traria boa sorte, de acordo com os costumes locais.
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/05/tubarao-baleia-guloso-rouba-peixes-de-rede-de-barco-na-indonesia.html
Peixe 'guloso' é achado 'engasgado' com outro durante pescaria em lago
Tim Romano, um americano fanático por pesca, publicou um vídeo em seu canal no YouTube mostrando o momento em que encontra um largemouth bass (conhecido como anchigã) tentando engolir outro peixe, e consegue retirar ambos os animais da água e gravar em detalhes a cena (veja o vídeo).
De acordo com o jornal britânico “Metro”, o achado de sorte aconteceu no Lago Austin, no estado do Texas e, logo após mostrar os peixes, que ainda estavam vivos, Tim os devolveu para a água.
Apesar de muitos usuários desconfiarem da autenticidade do vídeo, a gravação foi extremamente compartilhada e vista mais de 980 mil vezes.
sábado, 17 de maio de 2014
Orcas são vistas no mar do Rio de Janeiro
Um grupo que praticava pesca submarina registrou várias orcas por volta das 12h deste sábado (17) no mar do Rio. O flagrante foi feito perto das Ilhas Tijucas, a quatro quilômetros da costa da cidade, entre as praias de São Conrado e da Barra da Tijuca.
De acordo com o analista de mercado financeiro Bruno Barros, o grupo foi praticar pesca submarina na ilha, quando foi surpreendido com os animais. "Eu fui mergulhar em uma laje submersa para fora do mar, foi quando eu vi as orcas nadando por fora. Pensei: Não vou cair ali porque essa baleia é brava, ela não é dócil. Aí resolvi cair pertinho da pedra. No primeiro mergulho, quando eu estava voltando para o barco, meu amigo gritou: “As orcas estão aqui”. Elas subiram ao lado do barco, molharam todos no barco e estavam há uns 15 metros de mim. Eu subi no barco rápido, e elas foram acompanhando a gente, chegando bem perto do barco”, afirmou.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Homem é surpreendido ao capturar "Tartaruga Dinossauro"
Uma postagem que se tornou "viral" (mais de 100.000 "curtidas" e 10.000 compartilhamentos, em poucas horas) na internet.
"O animal é uma "tartaruga-aligátor" (Macrochelys temminckii), espécie que habita rios, lagos e pântanos, mais comumente encontrada no sul dos EUA.
Um pescador de Oklahoma, nos EUA, se surpreendeu quando tentava pegar alguns bagres ao encontrar um animal de aparência pré-histórica. Trata-se de uma tartaruga gigante, a qual foi fotografada em seus braços antes de ser liberada novamente na natureza.
Dave Harrel postou a imagem na internet, a qual logo se tornou viral. Rapidamente, ela foi compartilhada mais de 10 mil vezes no Facebook.
Harrel explicou que ele e um amigo, Audey Clark, foram pescar em Mill Creek, Eufaula Lake, quando viram algo extremamente grande. Os doistiveram um grande trabalho para conseguirem pegar o animal; a tartaruga foi fotografada e liberada na água de forma ilesa."
Pelo seu aspecto, a "tartaruga-aligátor" é vista (e preservada) como "um fóssil vivo".
Na região Norte do Brasil e em várias áreas amazônicas da América do Sul podem ser encontrados animais, razoavelmente semelhantes tão bizarros quanto este (mas de tamanho bem menor), as "tartarugas matá-matá".
" Matá-matá (ou matamata) (Chelus fimbriata) é uma espécie de cágado de água doce pertencente à família Chelidae.
É a única espécie do gênero Chelus. Encontrada predominantemente nas águas doces da América do Sul, é um animal carnívoro que se alimenta de invertebrados aquáticos e peixes.
A matá-matá tem uma aparência bem diferente das demais tartarugas. Tem uma carapaça marrom (castanha) ou preta e pode medir até 44.9 cm. A couraça é reduzida, estreita, sem articulações, encurtada na frente e reta atrás.
A cabeça também é bastante distinta, triangular, grande, extremamente achatada. Tem numerosas abas de pele. Tem dois barbilhos no queixo e dois adicionais barbilhos filamentosos na mandíbula. O focinho é longo e tubiforme. A mandíbula superior não é nem curva nem chanfrada.
Cabeça, pescoço, rabo e membros são marrons acinzentados nos adultos. O pescoço é bastante longo, maior que a vértebra dentro da carapaça, e é franjado com pequenas abas de pele ao longo dos dois lados, assemelhando-se a um galho de árvore.
Cada pata dianteira tem cinco garras com membranas natatórias. Machos têm couraças côncavas e rabos compridos e longos.
A matá-matá prefere rios lentos, lagos calmos, pântanos e brejos. Seu habitat compreende o norte da Bolívia, leste do Peru, Equador, leste da Colômbia, Venezuela, as Guianas e o norte e centro do Brasil.
Prefere águas rasas onde possa alcançar a superfície para respirar. Pode segurar a respiração por muito tempo, ficando imóvel no fundo. Prefere rastejar no fundo a nadar e, sempre que possível, evita expor-se à luz do sol. Caso perceba um predador à espreita, ela fica submersa e imóvel, com suas abas esquisitas ajudando-a a se camuflar na vegetação em volta, até que um peixe chegue perto. Então a mata-mata impulsiona sua cabeça para fora e abre sua enorme boca o máximo que puder, criando uma pressão que suga a presa para dentro da boca. Ao fechar a boca, a água é expelida lentamente, e o peixe é engolido inteiro. A presa precisa ser do tamanho apropriado para a tartaruga; matamatas não conseguem mastigar muito bem, devido à anatomia de sua boca."
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Pesquisadores esperam 'reviver' rã extinta há 30 anos com clonagem
Cientistas do Projeto Lazarus estão trabalhando para "reviver" uma espécie de rã australiana, extinta há cerca de 30 anos, utilizando técnicas de clonagem. Eles conseguiram implantar de forma bem-sucedida núcleos retirados de células "mortas" do animal, que estavam congeladas há anos, em células de um anfíbio de outra espécie aparentada.
A rã extinta, da espécie Rheobatrachus silus, era conhecida por sua forma bizarra de cuidar dos filhotes: ela engolia os ovos, incubava os filhotes no estômago e depois "dava a luz" a eles pela boca, segundo os cientistas.
O animal foi considerado extinto em 1983. Os pesquisadores preservaram exemplares da rã congelados e conseguiram, com repetidos experimentos, transferir núcleos de células somáticas (já especializadas em algum tecido, como a pele) para células embrionárias de outra espécie de anfíbio: a Mixophyes fasciolatus, uma "parente distante", segundo os cientistas.
Ao substituir o núcleo ativo das células da Mixophyes fasciolatus pelo núcleo "morto" da rã extinta, os cientistas conseguiram que ocorresse espontaneamente a divisão celular e que novas células surgissem. Os embriões, no entanto, morreram após alguns dias.
Apesar disso, testes genéticos confirmaram que as novas células obtidas continham material genético da rã extinta. "Nós estamos observando um 'ressuscitar dos mortos', passo a passo", disse o professor Mike Archer, da Universidade de New South Wales, em Sydney, na Austrália.
"Nós reativamos células mortas usando células vivas e 'revivemos' o genoma da rã extinta no processo. Agora nós temos células preservadas criogenicamente do animal extinto, para usar em futuros experimentos de clonagem", disse Archer.
"Estamos confiantes que os obstáculos agora são tecnológicos e não biológicos, e que vamos ser bem-sucedidos", analisou o pesquisador no estudo.
Cientistas descobrem 14 novas espécies de 'rãs dançarinas' na Índia
Um grupo de cientistas descobriu na Índia 14 novas espécies de um tipo de rã único no mundo, consideradas "relíquias viventes", embora seu habitat esteja cada vez mais ameaçado. Esse anfíbio conhecido como "rã dançarina", pelo movimento das patas traseiras dos machos durante o cortejo, só é encontrado em Western Ghats, uma cordilheira ao oeste da Índia em frente ao mar da Arábia, disse o cientista Sathyabhama Dás Biju.
O trabalho científico foi dirigido por este especialista em anfíbios, um reconhecido biólogo da Universidade de Délhi, que estudou durante 12 anos essas espécies com outros especialistas de diferentes centros do gigante asiático.
A investigação, publicada no "Ceylon Journal of Science", é fruto do trabalho de campo realizado nos estados indianos de Kerala, Tamil Nadu, Karnataka e Maharashtra. Análises de DNA e características morfológicas foram indispensáveis na identificação das novas espécies.
As rãs pertencem à família das Micrixalidae e a um gênero único da Índia, denominado Micrixalus, do qual eram conhecidas outras 11 espécies até agora e cujas origens se remetem há 85 milhões de anos, o que justifica a consideração de "relíquias viventes".
Estes pequenos animais vivem em correntes rápidas de água nas montanhas, em um habitat no qual 75 novos anfíbios foram descobertos nos últimos 15 anos. Segundo a fonte, uma centena de espécies ainda pode ser descrita cientificamente no local.
No entanto, os locais onde vivem se mostram cada vez mais ameaçados pela ação humana. Por isso as novas espécies "requerem ações imediatas para sua conservação", já que a maioria vive em áreas sem proteção ambiental, advertem os cientistas.
O trabalho realizado pelos cientistas pôs em evidência a fragilidade do local, "altamente degradado e ameaçado pela pressão humana", com consequências como a dissecação dos riachos vitais para a sobrevivência dessas rãs consideradas "espécies raras".
sábado, 3 de maio de 2014
Peixinho-dourado aprende a 'dirigir' em aquário motorizado
Uma empresa de design digital na Holanda desenvolveu um aquário que anda sobre rodas que se movem em resposta ao movimento de um peixinho-dourado. Thomas de Wolf, do Studio diip e responsável pelo projeto, explica que o aquário foi colocado sobre uma plataforma com rodas movidas por motores, e que uma câmera conectada por cabos a um pequeno computador localizado embaixo da plataforma funciona como um sensor.
A câmera capta a cor laranja do peixe e manda a informação de seus movimentos para o computador fazendo com que o aquário se movimente.
Especialistas em peixes dizem que movimentos muito rápidos podem ser estressantes para o peixe, mas os envolvidos no projeto estão desenvolvendo um protótipo maior para amenizar o desconforto do peixinho-dourado.
sábado, 26 de abril de 2014
Baleias-jubarte não serão mais protegidas por lei no Canadá
Ambientalistas e a oposição no Canadá denunciaram o governo pela decisão de diminuir a proteção das baleias-jubarte e o acusam de facilitar um controverso projeto de oleoduto.
Alegando basear-se em dados científicos, o governo canadense anunciou no sábado (19), no jornal oficial, que o mamífero, o maior do planeta depois da baleia azul, será considerado a partir de agora "uma espécie preocupante" e não mais uma "espécie ameaçada".
Por causa desta distinção, o hábitat do mamífero deixará de ser protegido por lei. A decisão foi tomada de forma "incrivelmente rápida", declarou Jay Ritchlin, da Fundação David Suzuki, uma das organizações ecologistas mais influentes do país.
Ele considerou "inquietante" que esta modificação tenha ocorrido "no mesmo momento em que se estuda um grande projeto de desenvolvimento", em alusão ao projeto de oleodutos Northern Gateway.
O principal partido da oposição no Parlamento canadense, o Novo Partido Democrático (NPD, esquerda), acusou o governo conservador de querer "satisfazer seus amigos da indústria petroleira e abrir a porta ao projeto de oleodutos Northern Gateway".
Empreendido pelo grupo canadense Embridge, o projeto Northern Gateway, de 1.200 km, pretende transportar 525.000 barris de petróleo por dia ao longo do litoral pacífico canadense da província de Alberta (oeste) através das Montanhas Rochosas.
O duplo oleoduto projetado concluiria sua trajetória ao norte da província da Columbia Britânica, no porto de Kitimat, em uma região desabitada próxima à fronteira com o Alasca.
No jornal oficial, o governo destacou ter agido após a apresentação, em 2011, de um informe realizado por um comitê independente de cientistas, que destacou a existência de 'grande abundância da espécie' ao longo da costa do Pacífico canadense.
A baleia-jubarte foi oficialmente declarada espécie ameaçada em 2005 por recomendação de um painel de especialistas. Em 2003, um informe independente registrava "umas centenas" de exemplares do cetáceo. O governo estima que atualmente, a população da espécie seja de 18.000 exemplares.
Encontro raro: homem e baleia!
Mergulhador alemão Reinhard Mink conseguiu um momento raro ao nadar a poucos centímetros de uma baleia. (Foto: Caters News / The Grosby Group)
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Pesquisadores identificam novas espécies de sapo na Amazônia
Pesquisadores identificaram três novas espécies de sapo na amazônia brasileira. Um deles, descoberto no Pará, ganhou um nome que homenageia os nativos do estado: batizado de Chiasmocleis papachibe, o sapo faz referência aos paraenses, que também são chamados de "papa chibé" em alusão a um prato típico feito com farinha. O animal tem entre 24 e 32 milímetros, com as fêmeas pouco maiores que os machos, e é considerado de tamanho médio pelos biólogos.
Além do sapo paraense, os autores relatam no mesmo estudo, publicado em março, a descoberta de outras duas espécies. Uma delas, chamada de haddadi, é encontrada no Amapá e na Guiana Francesa, enquanto a outra, royi, é localizada no leste amazônico, entre Acre e Rondônia.
"O povo paraense nos acolhou de braços abertos em Belém desde o primeiro dia em que pisamos aqui", explica o pesquisador Pedro Peloso, pesquisador do Museu Americano de História Natural, em Nova Iorque. "Achamos legal dar este presente para o povo do estado", justifica o cientista.
Segundo a equipe que estuda o animal, ainda se conhece pouco sobre o novo sapo. "A espécie é conhecida por somente três exemplares adultos, proveninetes de duas localidades, e não conhecemos nada sobre a biologia deste animal", pontua Marcelo Sturaro, do Museu Paraense Emílio Goeldi.
"É importante que novos estudos sejam conduzidos para buscar essa espécie em outras localidades, e também para entender sobre a sua capacidade de sobrevivência em ambientes alterados, visto que ela parece estar restrita ao leste do Pará, uma área onde existe uma forte fragmentação dos ambientes naturais", avalia Peloso.
sábado, 12 de abril de 2014
Tartaruga amputada ganha nadadeira artificial e volta a nadar
Uma nadadeira artificial desenvolvidas por um estudante de design industrial possibilitaram que uma tartaruga-verde com as patas esquerdas amputadas voltasse a nadar livremente.
A tartaruga Hofesh - nome que significa "liberdade" em hebraico - foi resgatada com ferimentos no Mar Mediterrâneo pela equipe da organização israelense "Sea Turtle Rescue Center". As patas esquerdas tiveram de ser amputadas, o que a tornou incapaz de nadar.
Ela foi levada a um centro de reabilitação animal em Israel, onde o estudante Shlomi Gez, que tinha lido sobre o caso de Hofesh pela internet, resolveu criar um aparato para ajudar a tartaruga.
Ele criou uma nadadeira de poliprolipeno. "A nadadeira permite que o peixe mantenha o equilíbrio; então eu decidi adaptar a ideia para a tartaruga", diz o estudante.
Agora, Hofesh consegue nadar novamente e até arranjou uma parceira. Os pesquisadores querem que o macho se reproduza com outra tartaruga do centro de reabilitação, uma fêmea que ficou cega em um acidente com um barco.
Tubarão-martelo se enrosca em rede de pesca na Barra do Ceará
Um grupo de seis pescadores foi surpreendido com um tubarão-martelo de mais dois metros na praia da Barra do Ceará, em Fortaleza, por volta de 9h de quinta-feira (10). Segundo um dos pescadores do grupo, Mardoqueu Santos Lima, de 50 anos, o tubarão se enroscou na rede de pesca próxima a faixa de praia. "Isso acontece muito, eu mesma já peguei mais de 20 do mesmo jeito", disse Lima, que trabalha como pescador há 35 anos.
De acordo com o coordenador Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama-CE), Rolfran Ribeiro, a presença da espécie não é incomum no litoral cearense.
O coordenador explica que o tubarão-martelo é uma espécie ameaçada de extinção e, por este motivo, a pesca é proibida. No entanto, se a pescaria ocorre de forma acidental, não há irregularidade.
sábado, 5 de abril de 2014
Imagens mostram grupo de trinta golfinhos em Arraial do Cabo, no RJ
Um instrutor de mergulho registrou um grupo com aproximadamente trinta golfinhos no mar de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Conhecida como capital do mergulho, a cidade é muito visitada por amantes do fundo do mar, por apresentar uma grande diversidade de vida marinha. Fred Quintanilha, de 32 anos, está acostumado a ver os mamíferos, mas a grande quantidade deles que apareceu na última quarta-feira (2), durante uma aula de instrução, o surpreendeu.
''Além de mim, todo mundo que estava na embarcação ficou bem surpreso. Principalmente aqueles que nunca tinham visto algo parecido. Eram uns trinta golfinhos, e essa época é boa porque a água fica bem clara e dá para vê-los debaixo d'água'', disse o instrutor.
A embarcação de Fred Quintanilha saiu no início da tarde da última quarta (2) da Praia Grande. Por volta das 14h, o grupo de golfinhos foi visto e perseguiu o barco por um bom tempo. Ainda segundo o instrutor de mergulho que mora na cidade, os golfinhos pareciam brincar com a embarcação.
O biólogo Paulo José de Azevedo Souza explicou que a claridade da água é por causa da mudança da direção do vento. Ele disse também que as águas da Região dos Lagos sempre são procuradas pelos mamíferos devido à grande fartura de alimentos para eles.
''O vento nordeste parou e entrou um vento sul. Quando o vento sul entra, a tendência é que a água fique mais clara. Os golfinhos sempre estão por aqui na região, onde eles encontram peixes e, principalmente, lulas'', disse o biólogo.
Crocodilo de 1 tonelada é capturado em Uganda
Um enorme crocodilo capturado pela Autoridade de Vida Selvagem de Uganda chamou a atenção dos moradores da Vila de Kakira, no leste do país, enquanto era transportado.
O bicho foi capturado após denúncias de que teria matado e devorado 4 pessoas, de acordo com o site do diário local "New Vision". O animal de 1 tonelada tem cerca de 80 anos e será transferido a um parque nacional, informou o jornal.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Artista cria 'museu aquático' com esculturas no fundo do mar
O artista Jason deCaires Taylor criou um enorme museu subaquático usando 450 esculturas em tamanho real, que foram colocadas no fundo do oceano em águas próximas a balneários mexicanos.
As esculturas foram feitas com um cimento especial que permite o crescimento de recifes de corais ao seu redor. Ao longo do tempo, as obras de arte atraíram corais, algas e peixes, evoluindo para virar um recife vivo.
Ocupando uma área de 420 metros quadrados, as esculturas têm um peso total de 200 toneladas.
sábado, 29 de março de 2014
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