Depois de três meses de reabilitação, 29 pinguins-de-magalhães foram soltos nesta segunda-feira (14) no litoral de Anchieta, região Sul do Espírito Santo.
Os animais são originários da região da Patagônia Argentina, no Sul da América Latina. Eles foram encontrados nas praias do Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro durante o período de migração, quando sobem a costa do Atlântico em busca de alimento.
"Eles chegam muito debilitados, com a temperatura baixa e muito magros. Aqui eles passam por um processo de reabilitação", explicou a bióloga Renata Beringue.
Os pinguins estavam sendo tratados no Centro de Reabilitação de Animais Marinhos, localizado na sede do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), no município de Cariacica na Grande Vitória.
Durante a recuperação, eles recuperam o peso e a capacidade de impermeabilizar as próprias penas. Quando estão prontos para a soltura, recebem uma alimentação reforçada a base de sardinhas, como forma de garantir reserva energética suficiente para retornarem a seu habitat natural.
Os pinguins foram soltos a cerca de 20 quilômetros da praia, por uma equipe do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em parceria com a Windive Atividades Subaquáticas, responsável pela embarcação.
O instrutor de mergulho Luiz Mury explicou como o ponto para soltura é escolhido pelos especialistas: "Nós temos que saber o ponto exato, a corrente exata e as condições metrológicas melhores possíveis para que eles possam voltar".
Agora, outros 51 animais estão em tratamento no estado. Eles poderão ser soltos assim que se recuperarem e que as condições marítimas estiverem favoráveis para o seu retorno para casa.
No mar profundo, nas profundezas dos oceanos, rios e lagos, peixes, crustáceos, corais, moluscos, mamíferos, peixes abissais, em um mundo ainda bastante desconhecido.
terça-feira, 15 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Foto incrível mostra pequeno peixe comendo restos na boca de tubarão
Um grupo de mergulho publicou em sua página no Facebook uma foto incrível de um pequeno peixe comendo restos de comida na boca de um tubarão. O peixe seria uma rêmora, espécie que costuma se agarrar a tubarões, prendendo-se a seu corpo.
A rêmora acaba se alimentando de restos descartados pelo tubarão. A associação entre as duas espécies é o exemplo mais conhecido de comensalismo. A cena fez sucesso ao ser compartilhada pela página "Inmersiones.es" no Facebook.
Primeiros golfinhos são mortos no início da temporada de caça no Japão
Pescadores japoneses mataram os primeiros golfinhos nesta sexta-feira (11), dez dias depois da abertura da controvertida temporada anual de caça.
Um dirigente da união local de pescadores do porto de Taiji disse que os barcos partiram cedo e que caçaram mais de dez golfinhos.
Durante os seis meses de caça, os habitantes desta cidade do sudoeste do arquipélago japonês encurralaram centenas desses mamíferos em uma baía para matá-los.
Apesar dos protestos dos ambientalistas, a tradição prossegue e os animais continuam sendo sacrificados por sua carne ou capturados para serem entregues a parques de diversões.
Drone capta imagem impressionante de bebê orca ameaçado e sua mãe
Cientistas americanos usaram um drone para tirar fotografias de um filhote de orca nadando ao lado de sua mãe nas águas do estado de Colúmbia Britânica, no Canadá.
O bebê é o quinto nascido desde dezembro na população ameaçada de orcas que vive na região.
Pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e do Aquário de Vancouver, na Colúmbia Britânica, captaram imagens do par usando um drone que sobrevoou as orcas a pouco mais de 30 metros de altura.
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