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sábado, 30 de agosto de 2014

Baleia aparece no litoral da cidade de Nova York

 
Uma baleia apareceu nesta quinta-feira (28) no litoral da cidade de Nova York, nos Estados Unidos. Segundo a organização de conservação Wildlife Conservation Society (WCS), o animal foi visto a cerca de 10 km da costa da cidade. As águas do litoral de Nova York servem de local de alimentação para muitas espécies marinhas, incluindo baleias e golfinhos.

domingo, 24 de agosto de 2014

Americano fisga 'peixe esquisito' e bate recorde que durava 16 anos


 
O pescador amador Joe Ludlow estabeleceu um novo recorde mundial ao fisgar um enorme peixe opah, conhecido também por peixe-sol, peixe-lua e peixe-imperador. Ele capturou um opah de 82,10 quilos na costa da Califórnia (EUA).Segundo a Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA), o peixe fisgado por Ludlow supera o antigo recorde em mais de 8,5 quilos. A antiga marca (73,93 kg) pertencia ao também americano Thomas Foran desde 1998.

Dono beija carpa em aquário e surpreende crianças em zoo filipino

 
O filipino Manny Tangco, dono de um zoológico de Manila, nas Filipinas, surpreendeu duas crianças nesta sexta-feira (22) ao beijar uma carpa no aquário do zoológico. As carpas japonesas Koi são uma das atrações do aquário.

Baiacu rouba a cena ao 'invadir' foto de mergulhador no Havaí

 
Um mergulhador havaiano foi surpreendido por uma curiosa invasão fotográfica subaquática nas águas da costa de Kohala, no Havaí. Um baiacu roubou a cena e ocupou o lugar da cabeça de Regan Mizuguchi no clique inusitado.O mergulhador e fotógrafo subaquático contou que estava registrando seu mergulho com uma câmera GoPro quando o peixe entrou no quadro inflando seu próprio corpo, seu mecanismo de defesa para parecer maior quando se sente ameaçado. Segundo Mizuguchi, os espinhos do baiacu ainda estavam a uma distância segura do seu rosto quando aconteceu o "photobomb" (como é chamada na internet a invasão de fotos alheias). Pouco depois, o peixe se desinflou e foi embora.

Família bate recorde ao caçar jacaré de 4,6 metros e 459 quilos nos EUA



 
Uma família do Alabama quebrou o recorde estadual ao capturar um aligátor (jacaré americano) de 4,6 metros e pesando 459 quilos. Mandy e John Stokes mataram o enorme jacaré durante caçada com os filhos no último sábado perto de Camden. O Departamento de Vida Selvagem e Pesca do estado confirmou que o jacaré capturado pela família Stokes é o maior já abatido no Alabama. O antigo recorde durava desde 2011. Na época, um caçador matou um jacaré de 4,32 metros e 380 quilos.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Em MT, pescador fisga peixe com mais de 38 kg no Rio Teles Pires


 
Pode até parecer história de pescador, mas James Antônio de Souza, morador de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá, pescou um tambaqui de 38,4 quilos no Rio Teles Pires, no último fim de semana. “Eu sei que pescador é danado, gosta de exagerar, mas eu fiz questão de tirar foto para provar que eu consegui pegar um peixão”, comemora o paranaense de 45 anos. O peixe foi doado nesta terça-feira (12) para a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae) do município. James contou, em entrevista ao G1, que pesca por lazer desde criança e que o esporte é uma tradição na família. “Aprendi a pescar com meu pai. É uma coisa que eu amo fazer. Há mais ou menos uns sete anos eu resolvi que queria pescar um peixe grande, e desde lá eu venho tentando. Em 2012 consegui pegar um de 32 kg e no ano passado foi um de 34 kg. Mas quando eu vi esse, realmente me surpreendi, ainda mais por ser um peixe de escama”, lembrou o pescador. Segundo ele, o peixe foi capturado na madrugada de domingo (10) em uma região do Rio Teles Pires, distante aproximadamente 64 km de Alta Floresta. Na ocasião, a esposa, o filho de 21 anos e a nora estavam com ele e o ajudaram a retirar o peixe da água. “A gente estava no flutuante [espécie de plataforma para pesca], mas quando o pegamos com a carretilha, subimos no barco e fomos seguindo o peixe. Isto porque peixes grandes assim são fortes, e aí tem que deixá-los cansados para conseguir pegar”, explicou James. O pescador relatou que foram precisos mais de 35 minutos para “acalmar o gigante”. O pescador conta que o segredo foi utilizar pão de queijo como isca. “Esse tipo de peixe gosta de massa, então eu trago sempre mandioca, pão ou pão de queijo. Eles são bem enjoados”, brincou James. O morador de Alta Floresta disse que costuma pescar todos os finais de semana com a família e com amigos. “Mesmo que tivessem me oferecido, eu não teria vendido o peixe. Eu pesco por lazer mesmo. Pra mim foi muito mais gratificante doá-lo para a Apae”, destacou. De acordo com ele, o quilo de tambaqui no município é vendido a cerca de R$ 12. “Eu vou continuar tentando encontrar peixes grandes. Quem sabe não consigo superar esse meu recorde”. Em entrevista ao G1, o biólogo Francisco Marques disse que realmente é raro encontrar um peixe desse porte. “Normalmente, os pescadores pegam tambaquis de 8 a 10 quilos. Acima disso já é considerado fora do padrão. Mas esse não é o maior peixe da espécie já encontrado. No Instituto Chico Mendes tem um em exposição que pesa 45 kg”, informou o biólogo, que afirmou que o peixe pescado por James certamente tinha mais de cinco anos de idade.

Peixe-serra





 
O Peixe-serra é um animal da família dos Pristidae que entra na classificação de peixe batóides, também conhecidos como raias. Sua principal característica e o imenso focinho em formato de serra e o maxilar extremamente alongado com dentes nas bordas exteriores. Com mais de vinte pares de dentes regularmente organizados, ele costuma se alimentar nas regiões arenosas, onde os poros de sua mandíbula permitem que ele detecte os movimentos de outros peixes e possa atacá-los. Sua alimentação é composta basicamente por crustáceos, peixes com espinha, lulas e camarões. Seu habitat é composto por áreas costeiras de clima tropical, baías e estuários. Ele é bastante procurado no Japão, mas também pode ser encontrado em grande parte do oceano Indico e na costa da África do Sul .
 
O peixe-serra é comumente confundido com o tubarão-serra pela semelhança física. A grande diferença está na cabeça achatada dorsiventralmente, com as fendas branquiais na face ventral característica do peixe-serra. A reprodução do peixe-serra é ovovivípara e ele chega a ter até 20 filhotes de uma vez. Os filhotes já nascem completamente formados, o que inclui a serra e a cauda. No total o comprimento de um adulto chega aos 10 metros com até 2 metros só de cauda. Com hábitos noturnos, eles dormem durante o dia e vão à procura de alimento durante a noite. Seu rosto funciona de modo semelhante a uma pá, desenterrando alimentos do fundo do mar, ou também, como uma espada, para matar as presas. Sua carne é saborosa e ele é muito consumido no Japão. Os peixes-serra vivem em torno de 25 a 20 anos e atingem a idade adulta aos 10 anos, e só iniciam a reprodução antes quando atingem os 3,5 ou 4 metros de comprimento. O uso de suas barbatanas que são consumidas como uma iguaria e seu óleo de fígado para uso em medicamentos tornou a espécie ameaçada de extinção.

sábado, 9 de agosto de 2014

Morsa






 
A morsa é um animal de grande porte que vive nas águas do Ártico. Uma fêmea adulta chega a 2,60 metros de comprimento e pode pesar de 400 até 1.250 kg. O Macho adulto é ainda maior, podendo ter de 3 a 4 metros de comprimento. Os machos adultos do Pacífico podem pesar até 1700 kg e, entre pinípedes, são ultrapassados ​​em tamanho apenas pelas duas espécies de elefantes marinhos. A morsa é a única espécie viva na família Odobenidae e no género Odobenus. Subdivide-se em três subespécies: morsa do Atlântico (O. rosmarus) que vive no Oceano Atlântico, a morsa do Pacífico (O. rosmarus divergens) que habita no Oceano Pacífico e O. rosmarus laptevi, que vive no Mar de Laptev. A morsa é imediatamente reconhecida por suas presas proeminentes, bigodes e grande volume. As morsas possuem uma pele enrugada e áspera que vai se tornando cada vez mais espessa ao longo de sua vida (15 a 30 anos). Para nadar usam a nadadeira caudal. Deslocam-se mal em terra, utilizando as nadadeiras anteriores e andando quase aos saltos. Seu focinho tem um sólido bigode e dois enormes caninos ou presas que podem chegar a 90 centímetros nas fêmeas e ultrapassar 1,10 metro de comprimento nos machos. As presas são usadas para arrancar moluscos e caranguejos do fundo do mar desgastando-se ao longo dos anos. Elas residem principalmente em habitats rasos nas prateleiras oceânicas, gastando uma proporção significativa de sua vida no gelo do mar em busca da sua dieta preferida de moluscos bivalves bentônicos. É uma vida relativamente longa animal. Sociável, a morsa é considerada uma espécie-chave nos ecossistemas marinhos do Ártico. A morsa tem desempenhado um papel de destaque nas culturas de muitos povos indígenas do Ártico que caçaram a morsa pela sua carne, pele, gordura, presas e ossos. Nos séculos 19 e início do 20, a morsa foi o objeto de exploração comercial pesado ​​de gordura de baleia e marfim e com isso, as morsas acabaram rapidamente. Sua população mundial, desde então, se recuperou, embora as populações do Atlântico e Laptev permanecem fragmentados e em níveis historicamente deprimidos. No fim do ano (verão e no outono) a morsa tenta juntar dezenas de milhares de pessoas em praias rochosas ou afloramentos. A migração entre o gelo e a praia podem ser de longa distância e dramático. No final da primavera e no verão, por exemplo, centenas de milhares de morsas do Pacífico migram do mar de Bering para o mar de Chukchi através do Estreito de Bering relativamente estreito.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Leão-Marinho






 
O leão-marinho é um mamífero pinípede semiaquático da família Otariidae que vive em regiões de baixas temperaturas e alimenta-se principalmente de peixes (como o cherne e o arenque) e de moluscos. Os leões-marinhos receberam este nome pois nos machos a pelagem é diferente da das fêmeas: eles têm uma espécie de juba, como a os leões verdadeiros. Além disso, como eles têm um rugido grave, acabaram sendo chamados de "leões". Habitam praias e costões rochosos e são frequentemente confundidos com focas. Devido a essa confusão tanto leões-marinhos como lobos-do-mar são conhecidos também como "focas orelhudas", no entanto há diferenças que distinguem esses dois animais; as focas não possuem orelha externa, ao contrário dos leões-marinhos, elas tem uma minúscula abertura do ouvido mas que lhe permitem excelente audição. Além disso as focas são melhores nadadoras e deslocam-se mal em terra arrastando seu corpo no solo. Já os leões-marinhos conseguem girar suas nadadeiras para frente e marchar bem em terra e escalar pedras, um excelente recurso para escapar de predadores. A gestação de uma leoa-marinha dura em torno de 12 meses. Os filhotes chegam a medir 40 cm e, pelo fato de nascerem em terra, só aprendem a nadar depois de 2 meses de vida. Os leões-marinhos já estiveram muito próximos da extinção. Entre 1917 e 1953, mais de meio milhão desses animais foram abatidos por caçadores em busca de sua gordura e de seu couro, usado sobretudo na confecção de casacos. Com a proibição da caça, esses animais, que chegam a pesar 300 quilos e a atingir 3 metros de comprimento (fêmea 140 kg e os machos 300 kg), começaram a se recuperar. Mesmo assim, ainda sofrem com a poluição das águas e, principalmente, com a pesca realizada com redes. Seus maiores predadores são o homem, as orcas e os tubarões. Existem várias espécies de leões-marinho se juntas formam a subfamília Otariinae. Algumas espécies são domesticadas pelos jardins zoológicos de todo o mundo para realizarem espetáculos de animação. O leão-marinho-da-patagônia e o leão-marinho-da-califórnia são exemplos de espécies que podem ser domesticadas.

domingo, 3 de agosto de 2014

Elefante-marinho






 
O elefante-marinho é um mamífero carnívoro pinípede, focídeo, perfeitamente adaptado à vida aquática. Há duas sub-espécies reconhecidas: M. Angustirostris, espécie ártica, habita o Pacífico, nas costas da Califórnia, México e Guadalupe. A fêmea atinge 3,5 metros e o macho até 6,5 metros, pesando até 6 toneladas. A cabeça é grande, com olhos grandes e salientes e arcadas superciliares com pelos rígidos. Nos machos, o nariz alonga-se numa espécie de tromba, que originou o nome popular da espécie. Os membros anteriores, apesar de robustos, não proporcionam bom rendimento em terra; os posteriores, muito fortes, com cinco dedos e fendidos ao meio, formam uma espécie de remo cada um. Os elefantes-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem estar até 80 minutos sem respirar e mergulhar até aos 1700 metros de profundidade. A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colônias numerosas localizadas e praias e separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos. Os elefantes-marinhos foram caçados em abundância pela sua pele, gordura e óleos e estiveram à beira da extinção no século XIX. Attualmente estão fora de perigo, a sua caça é proibida e seu único predador é a orca.