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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Debilitado no ES, elefante-marinho 'Fred' precisa de tratamento


O elefante-marinho Fred, que reapareceu no estado no domingo (22), permanece na praia de Campo Grande, em São Mateus, Norte do Espírito Santo. Desde que chegou à praia, o animal começou a ser monitorado por pesquisadores do Instituto Baleia Jubarte, do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos, e de uma empresa privada. A veterinária Adriana Colosio disse que Fred perdeu muito peso nos últimos 15 dias, desde sua última aparição no litoral capixaba, e isso preocupa os pesquisadores. “Ele está bem magro, debilitado, sinal que está com alguma doença. Ele está precisando de medicamento, de intervenção, mas vamos entrar em um consenso para ver a melhor forma de fazer isso. Estamos cuidando pra ele não voltar pra água. Ele vai permanecer aqui até decidirmos como tratá-lo”, explicou a veterinária. Para garantir que Fred não volte para o mar antes de ser tratado, tapumes foram colocados ao redor do animal. Médicos veterinários do Instituto de Mamíferos Aquáticos, da Bahia, estão a caminho do Espírito Santo para se juntarem aos outros pesquisadores e iniciarem um tratamento no elefante-marinho . Fred visita o Estado desde a Copa do Mundo de 2014. Por se movimentar devagar, foi apelidado de Fred, jogador da Seleção Brasileira da época.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Elefante-marinho bate recorde ao nadar quase 6 mil km para oeste


Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz disseram que um elefante-marinho bateu um recorde ao chegar mais longe para o oeste do que qualquer exemplar rastreado de sua espécie. Quando Phyllis chegar de volta à Califórnia em janeiro, ela terá completado uma aventura de quase 12 mil km. A fêmea completou quase 6 mil km antes de mudar a direção para voltar para casa. A distância média que essa espécie geralmente nada durante a migração de oito meses é de 3,2 mil km.O diretor da reserva Año Nuevo, Patrick Robinson, disse que pesquisadores estão rastreando os mamíferos marinhos há 22 anos na reserva em Pescadero, na Califórnia. Foto: Rachel Holser/University of California, Santa Cruz via AP

domingo, 3 de agosto de 2014

Elefante-marinho






 
O elefante-marinho é um mamífero carnívoro pinípede, focídeo, perfeitamente adaptado à vida aquática. Há duas sub-espécies reconhecidas: M. Angustirostris, espécie ártica, habita o Pacífico, nas costas da Califórnia, México e Guadalupe. A fêmea atinge 3,5 metros e o macho até 6,5 metros, pesando até 6 toneladas. A cabeça é grande, com olhos grandes e salientes e arcadas superciliares com pelos rígidos. Nos machos, o nariz alonga-se numa espécie de tromba, que originou o nome popular da espécie. Os membros anteriores, apesar de robustos, não proporcionam bom rendimento em terra; os posteriores, muito fortes, com cinco dedos e fendidos ao meio, formam uma espécie de remo cada um. Os elefantes-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem estar até 80 minutos sem respirar e mergulhar até aos 1700 metros de profundidade. A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colônias numerosas localizadas e praias e separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos. Os elefantes-marinhos foram caçados em abundância pela sua pele, gordura e óleos e estiveram à beira da extinção no século XIX. Attualmente estão fora de perigo, a sua caça é proibida e seu único predador é a orca.