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sábado, 8 de novembro de 2014

Trio ajuda tubarão encalhado em praia a voltar para o mar na Austrália



Três jovens foram filmados ajudando um tubarão-tigre de quase três metros de comprimento a voltar para o mar depois de ficar encalhado em uma praia de Coral Bay, na Austrália. Segurando pela cauda, eles conseguiram que o animal retornasse ao mar. Assista.
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2014/11/trio-ajuda-tubarao-encalhado-em-praia-voltar-para-o-mar-na-australia.html

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Trio fisga atum com 'chifre' em pescaria na Austrália

 
Um trio se surpreendeu ao fisgar um atum-dente-de-cachorro com um chifre durante uma pescaria na costa do estado de Queensland, na Austrália. Kim Haskell tinha saído em uma pescaria com o irmão Jamie e o sobrinho Christopher, quando o sobrinho puxou a linha com o atum bizarro. O peixe acabou comparado ao mítico unicórnio e foi apelidado de "atum unicórnio". No facebook, Jamie escreveu que o atum estava com o bico pontiagudo de um marlim espetado na cabeça. Como estava cicatrizado, ele acredita que o "chifre" tem sido espetado há muito tempo. Ele destacou ainda que o "chifre" estava incrivelmente centrado e não teria acreditado na história se não fossem eles mesmos que tivessem fisgado o atum. "Provavelmente, é a coisa mais estranha que eu já encontrei em um peixe", disse.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Cientistas descobrem que crocodilos têm habilidade de escalar árvores


 
Pesquisadores da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, descobriram que determinadas espécies de crocodilos têm a habilidade de escalar árvores, conseguindo alcançar alturas de até 5 metros. A análise feita com répteis da Austrália, da África e da América do Norte foi publicada recentemente na revista científica "Herpetology Notes". A investigação foi conduzida pelo professor Vladimir Dinets, do departamento de psicologia da universidade americana. Ele seus colegas observaram o hábito dos crocodilos nos três continentes e constataram que quatro espécies subiam em árvores que geralmente tinham galhos próximos da água. Além disso, répteis menores são capazes de alcançar galhos mais altos que aqueles que têm o corpo maior. Os pesquisadores sugerem que a escalada é feita com o objetivo de regular a temperatura corporal fora da água e vigiar possíveis ameaças, além de encontrar presas.

Pescador australiano fotografa crocodilo comendo outro crocodilo

 
Um pescador australiano flagrou o momento em que um crocodilo de 5 metros de comprimento devorava outro crocodilo durante uma expedição de pesca neste sábado (19), nas ilhas Tiwi, ao norte da cidade de Darwin, na Austrália. Ao "Daily Mail Australia", o pescador Warren Smith, que trabalha como guia de pesca, contou que estava pescando com um grupo quando avistou, a cerca de 10 metros de seu barco, o enorme crocodilo com a cauda do outro animal saindo de sua boca. Ele pegou sua câmera e registrou a cena incomum. Segundo Smith, o crocodilo maior já tinha engolido dois terços do crocodilo menor quando foi avistado pelo grupo. Ele estima que o crocodilo menor media 3 metros. "Não é muito comum ver algo assim... Eu vi algo assim, provavelmente ao longo de 20 anos, somente meia dúzia de vezes", disse Smith ao veículo.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Grupo tenta salvar filhote de baleia encalhado em praia da Austrália


Autoridades da Austrália trabalharam até o anoitecer desta quarta-feira (9) para resgatar um filhote de baleia-jubarte que encalhou em Palm Beach, em Nova Gales do Sul. Enquanto havia luz solar, várias pessoas tentaram remover o animal, que teria cerca de dois anos de vida. Mas os trabalhos foram interrompidos e devem recomeçar nesta quinta (10). As equipes de resgate foram capazes de desencalhar a baleia por alguns instantes, mas o mamífero aquático ficou preso novamente em outro banco de areia. De acordo com o diretor do Sea World Australia, Trevor Long, o exemplar está em boas condições de saúde, apesar de sua situação atual. A causa do encalhe ainda é desconhecida. As jubartes estão atualmente migrando do Sul da Antártica para águas mais quentes da Austrália.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Biólogos pesam tartaruga de 166 kg em parque nacional da Austrália



A tartaruga Hugo, de 63 anos, saiu nesta terça-feira (1º) do seu habitat no Parque Australian Reptile em Somersby perto de Sydney, na Austrália, para fazer a pesagem anual. Hugo precisou ser carregado por quatro homens e foi usada uma balança industrial para medir o seu peso. O animal está com 166 kg, um a mais do que pesava no ano passado. Hugo é proveniente do arquipélago de Galápagos. A expectativa de vida de uma tartaruga de lá é de até 180 anos.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Tubarão que sumiu na Austrália pode ter sido devorado por 'monstro' de 6m


 
As autoridades de Queensland, na Austrália, estão preocupadas após um “monstro” devorar um tubarão de 2,7 m que estava sendo monitorado na região, estipulando que a criatura responsável pelo episódio bizarro pode ter mais de 6 m de comprimento. De acordo com a emissora “ABC”, banhistas foram alertados para ficarem longe das águas próximas de Stradbroke Island, um destino turístico bastante comum, até que o suposto tubarão gigante seja encontrado. Em 2009, um caso semelhante ocorreu na mesma região, quando um tubarão com cerca de 6 m atacou outro animal da mesma espécie e, quando pescadores encontraram a carcaça, viram marcas impressionantes de mordida em seu corpo. Cientistas no país agora trabalham para descobrir exatamente qual seria a criatura que teria atacado um tubarão-branco de mais de 2,7 m de comprimento, que tinha recebido um sensor para a realização de monitoramento ambiental. De acordo com o canal norte-americano “Smithsonian”, peritos estavam monitorando a criatura por quatro meses quando o localizador foi encontrado em uma praia próxima. Ao analisarem os dados à época, os peritos descobriram que o tubarão estava nadando e que a temperatura do sensor era de cerca de 7ºC. No entanto, de repente a medição foi para 25ºC, indicando que o sensor só poderia estar dentro da barriga de outro animal. Outro dado interessante foi que, após supostamente devorar o tubarão-branco, o sensor viajou 580 m para baixo do mar, antes de subir novamente e ser levado até a praia.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Estudo relaciona encalhe de baleias na Austrália com desnutrição

 
A desnutrição pode explicar o forte aumento do número de baleias-jubartes que encalham na costa ocidental da Austrália, indicaram nesta quarta-feira (28) cientistas em uma conferência em Perth. A necropsia dos cetáceos, em sua maioria espécimes jovens, mostrou que as baleias encalhadas sofriam de desnutrição. De acordo com Carly Holyoake, da Universidade Murdoch, "a maioria [dos exemplares] tinha um nível de gordura muito baixo, indispensável para a energia, a regulação térmica e a capacidade de flutuar", acrescentou. Segundo a agência France Presse, entre 1989 e 2007, até três baleias-jubartes encalhavam todos os anos na costa ocidental da Austrália, sobretudo na parte sul. O número aumentou para 13 em 2008 e para 46 em 2009. Em 2010 e 2011, encalharam, respectivamente, 16 e 17 baleias. Entre as causas da desnutrição desses mamíferos aquáticos figuram a intensificação da pesca comercial de krill (para as explorações piscícolas) e a influência, ainda pouco conhecida, do aquecimento global nas quantidades de krill nas águas. O krill é um elemento chave na dieta das baleias. Na última semana, o governo brasileiro tirou a jubarte da lista de espécies ameaçadas de extinção graças ao aumento da população desses animais no litoral do país, onde cruzam e geram novos filhotes. A espécie foi reclassificada para "quase ameaçada", status que demanda a continuidade de trabalhos de conservação. Segundo o MMA e o Instituto Baleia Jubarte, há quase três décadas existiam entre 500 e 800 animais vivendo apenas na região de Abrolhos, no sul da Bahia – principal concentração dessas baleias. Em 2011, quando foi realizada a última contagem aérea, foram avistados 14 mil animais. Até o próximo censo, previsto para este ano, o número pode saltar para 20 mil. No país, elas são encontradas na costa do Espírito Santo e Bahia entre julho e novembro, onde permanecem para procriação. De dezembro até junho, seguem para a Antártica, onde se alimentam de krill (invertebrados parecidos com o camarão).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Medusa gigante é encontrada em praia da Austrália

 
Uma medusa gigante apareceu esta semana em uma praia na Austrália, disseram cientistas nesta quinta-feira (6). O animal, uma grossa massa viscosa de 1,5 metro de diâmetro, foi descoberto por uma família na praia de Hobart, na ilha da Tasmânia (Sul). Segundo a bióloga Lisa Gershwin, da Comunidade Científica e Organização de Pesquisa Industrial do país, o animal assemelha-se à medusa Melena de León, uma espécie que pode alcançar dois metros de diâmetro. "Conhecemos essa espécie, mas ainda não está classificada", explicou Lisa à Agência France Presse. "No entanto, nunca havíamos visto uma tão grande, muito menos encalhada", falou. Segundo Lisa, os cientistas observam há semanas uma proliferação de grandes medusas nas águas da Tasmânia. No entanto, não foram divulgadas informações sobre razões que possam levar a este fenômeno. Medusa é a fase adulta de uma água-viva. O animal marinho faz parte do filo cnidário e varia de tamanho. Um exemplar pode medir entre 2,5 centímetros e 2 metros.

Homem é multado por matar tubarão branco na Austrália

 
Um australiano foi multado em US$ 16 mil (cerca de R$ 35 mil) por ter matado um tubarão branco jovem ao atingi-lo com seu barco e depois com uma barra de metal - informou a polícia nesta quinta-feira. Tubarões brancos são protegidos da Austrália e sua apreensão é ilegal, assim como é proibido vender, comprar, possuir e ferir a espécie. O departamento de Nova Gales do Sul autuou o homem, identificado pela imprensa australiana como Justin Clark, de 40 anos.

sábado, 23 de novembro de 2013

Pesquisador põe rastreador em maior tubarão já capturado na Austrália




O departamento de pesca do estado da Austrália Ocidental registrou o momento em que pesquisadores marcavam eletronicamente o maior tubarão branco já capturado para essa finalidade na Austrália. Assista ao vídeo. Os cientistas capturaram o predador de quatro metros para implantar cirurgicamente um dispositivo de rastreamento. Em seguida, o liberaram.
O departamento de pesca marcou mais de 300 tubarões em águas australianas, mas esse foi o maior já capturado. O vídeo foi feito no dia 27 de agosto na costa perto de Albany, no estado da Austrália Ocidental, mas foi divulgado recentemente pelo órgão australiano.
Fonte: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2013/10/pesquisador-poe-rastreador-em-maior-tubarao-ja-capturado-na-australia.html

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Maior crocodilo do mundo faz 110 anos e ganha bolo na Austrália



Considerado o maior crocodilo em cativeiro do mundo, "Cassius" ganhou nesta terça-feira (21) um bolo feito com 20 quilos de carne de frango para comemorar seu 110º aniversário no parque Marineland Melanesia em Green Island, Queensland, na Austrália. Segundo o Guinness, livro dos recordes, o crocodilo de água salgada "Cassius" tem 5,48 metros de comprimento. O antigo recordista, o crocodilo chamado "Lolong", que foi capturado em 2011 nas Filipinas e tinha mais de 6 metros, morreu em fevereiro deste ano. Batizado com esse nome em homenagem ao famoso boxeador Cassius Clay (Muhammad Ali), o gigantesco réptil, que foi capturado em 1984 no Território do Norte, vive há 26 anos no parque de crocodilos Marineland Melanesia, no norte do estado de Queensland. "Cassius" poderia ser um pouco maior se não tivesse perdido em torno de 20 centímetros da cauda durante uma briga na época em que vivia livre.

Crocodilo de 50 anos é nova atração de aquário na Austrália



Um crocodilo de 50 anos é a nova atração de um aquário na cidade de Melbourne, na Austrália, que foi reinaugurado nesta quinta-feira (19). O réptil chamado "Pinjarra" mede mais de cinco metros e cerca de 750 quilos.

domingo, 14 de julho de 2013

Recife de coral 'ressuscita' na Austrália após mais de 10 anos


Cientistas constataram que um sistema de corais próximo ao litoral da Austrália "ressuscitou" na última década, após haver perdido de 70% a 90% de sua biodiversidade segundo medições realizadas em 1998. O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade James Cook e do Instituto Australiano de Ciência Marinha da Universidade Western Australia, e foi divulgado nesta quinta-feira (4). O sistema de recifes Scott, situado no litoral da região oeste do país, foi atingido pelo branqueamento, uma "doença" de corais que ocorreu devido a mudanças climáticas, segundo o estudo. No entanto, nos últimos 12 anos, a cobertura dos corais na barreira passou de 9%, em 1998, para 44% em 2010, de acordo com os cientistas. A pesquisa, publicada nesta semana pela revista "Science", tem resultados surpreendentes porque os pesquisadores acreditavam que a recuperação do branqueamento dependia de larvas vindas de outros corais próximos. Mas o recife Scott está situado a cerca de 250 km de outros corais, em uma posição isolada. Os pesquisadores sugerem que peixes herbívoros, que continuaram abundantes no sistema Scott, carregaram em seus corpos algas microscópicas necessárias para o ressurgimento dos corais. "Estas condições podem ter providenciado um ambiente adequado, no qual corais jovens se estabeleceram e cresceram", dizem os cientistas em nota divulgada pela "Science". O estudo ressalta que a recuperação foi favorecida pela ausência de humanos na barreira de corais, que fica numa posição isolada. É possível que sistemas de recife se recuperem com recursos da natureza, especialmente quando os peixes são abundantes e as atividades humanas estão limitadas, apontam os cientistas.

Austrália reconhece oficialmente declínio da Grande Barreira de Corais


A Austrália reconheceu oficialmente nesta quarta-feira (10) a degradação da Grande Barreira de Corais, que tem estado classificado atualmente como "medíocre" e que a Unesco ameaça incluir na lista de áreas em perigo. O ministro do Meio Ambiente, Mark Butler, divulgou um relatório que reconhece a alteração regular do recife de corais desde 2009 em consequência dos ciclones e inundações, apesar da redução da poluição agrícola. "Os episódios climáticos extremos têm impacto significativo sobre o estado geral do meio ambiente marinho, que declinou de mediano a medíocre", afirma o documento. Os ecossistemas de recife apresentam "uma tendência à degradação de seu estado pela qualidade da água, que continua sendo ruim, e ao aumento, em frequência e intensidade, dos acontecimentos (meteorológicos) extremos", completa. Os resíduos de nitratos (-7%), de pesticidas (-15%), de sedimentos (-6%) e de outros fatores que contaminam a área registraram queda, o que também reduziu a presença de uma estrela-do-mar que devora o coral. A Grande Barreira de Corais, que está lista de patrimônio mundial da Unesco desde 1981, perdeu mais da metade dos corais nos últimos 27 anos. A barreira tem 345.000 km2 ao longo da costa australiana.