quinta-feira, 21 de julho de 2016

Cerca de 70 baleias são encontradas mortas no sul do Chile


Cerca de 70 baleias foram encontradas mortas na região de Aysén, no sul do Chile, informou o Serviço Nacional de Pesca (Sernapesca). Incidente acontece menos de um ano depois que mais de 330 animais ficaram encalhados em uma área remota da Patagônia chilena. Pelo tamanho dos animais foi descartado que pertencessem à mesma espécie das baleias-sei encalhadas no final de 2015. Os animais foram detectados a cerca de seis horas de navegação de Porto Chacabuco. "São menores dos que observamos na vez anterior", disse o diretor do Sernapesca, José Miguel Burgos. Elas estão em um lugar mais acessível, o que permitirá um processo de inspeção nos próximos dias. As autoridades afirmaram que os animais morreram há mais de dois meses, mas que os cadáveres ainda estão inteiros, por isso, eles estão otimistas de poder realizar autópsias para descobriu o que provocou as mortes. "A primeira coisa que temos que investigar é se houve intervenção humana ou não", afirmou Burgos. Embora tenha sido complicado determinar o que provocou o primeiro encalhe maciço, devido ao avançado estado de decomposição dos animais quando foram encontrados, os cientistas apontaram a "maré vermelha", uma floração de algas nocivas, como a causa mais provável.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Jacaré de papo-amarelo é encontrado na Prefeitura do Recife


Um jacaré de papo-amarelo foi encontrado no estacionamento da Prefeitura do Recife na manhã desta sexta-feira (15). De acordo com a administração municipal, o réptil mede, aproximadamente, 1,20 metro de comprimento. Ele foi achado pela assistência militar do órgão, enquanto era feita a ronda de segurança do local, por volta das 7h40. Ainda segundo a prefeitura, ele estava no caminho entre dois estacionamentos, em um local de pouco acesso e próximo a uma área de mangue. O animal foi capturado pelo Corpo de Bombeiros e pela Brigada Ambiental da Guarda Municipal. O jacaré foi levado para a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Casa Forte, Zona Norte do Recife.

Pesquisadores monitoram mais de 200 jacarés em lagoas do ES


Um grupo de pesquisadores começou a monitorar mais de 200 jacarés que vivem nas lagoas da Grande Vitória. O Projeto Caiman trabalha para evitar a extinção da espécie e faz todos os exames necessários para conhecer o desenvolvimento do animal e identificar possíveis bactérias presentes nele. O presidente do Instituto Marcos Daniel, Marcelo Renan Santos, explicou que cada jacaré é cuidadosamente examinado. “Primeiro, a gente mede o jacaré, a cabeça, a cauda. Em seguida, a gente pesa e depois coleta amostras de sangue para os exames laboratoriais, como hemograma, glicose, triglicerídios, colesterol, que a gente faz na gente também”, falou. Além disso, são colhidas amostras para descobrir quais são as bactérias presentes na boca do jacaré, além de material do estômago do animal, para descobrir do que ele está se alimentando. Cada jacaré recebe um chip, de cerca de um centímetro, em que há um número, único no mundo, que permite o acompanhamento do animal por toda a vida. “O microchip permite que a gente individualize os animais e os acompanhe ao longo da vida inteira. Então, através dessa metodologia da individualização, a gente consegue determinar padrões de distribuição, ou seja, quantos animais andam, qual a taxa de crescimento deles e monitorar a saúde durante a vida inteira”, disse o coordenador do Projeto Caiman, Yhuri Nóbrega. Durante a navegação, os pesquisadores contam quantos jacarés existem na lagoa. Para isso, eles observam a quantidade de olhos vermelhos. Mas, para a contagem dar certo, existe uma metodologia importante. “Tem que andar sempre em linha reta, contando sempre os jacarés de apenas um lado do barco. Então, como naquele momento a gente contou, não vamos contar novamente aquele mesmo bicho”, explicou.

Jacaré surpreende ciclista em trilha nos EUA


Um jacaré de quase um metro foi encontrado em uma trilha de bicicleta próximo a uma cidade do estado americano de Minnesota. O ciclista Dan Fundingsland passeava pela trilha no sábado (9), próximo a Brainerd, quando viu o réptil, que não é nativo da região, tomando sol. Ele disse à TV local que esperava encontrar um cervo e até um urso, mas nunca um jacaré. A princípio, ele pensou que se tratava de um boneco, mas depois viu que era um jacaré de verdade. Ele entrou em contato com a polícia do condado de Crow Wing, que mandou agentes para o local. O policial Joe Meyer disse que foi o primeiro chamado que eles receberam sobre jacaré. Ele disse que os policiais ficaram apreensivos e temerosos na hora de capturar o animal. O dono de um safári próximo foi "convocado" e acabou fazendo a captura do réptil. A polícia acredita que o jacaré era um animal de estimação que ou fugiu ou foi abandonado ilegalmente.

Baleia de 10 metros é encontrada morta na praia do Tamborete



Uma baleia foi encontrada morta na beira da praia do Tamborete, em Laguna, no Sul catarinense, na quinta-feira (14). De acordo com a Polícia Militar Ambiental, o animal é uma baleia-de-bryde. Moradores da região avistaram a baleia no final da tarde de quinta e acionaram a polícia. Na manhã desta sexta-feira (15), técnicos do projeto de monitoramento de praias da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) estão no local fazendo o isolamento da área. Segundo a bióloga e diretora do Projeto Baleia Franca, Karina Groch, o animal é adulto e tem aproximadamente 10 metros de comprimento. A "bola" que aparece nas fotos é a língua inchada do animal. "Ela tem hábito costeiro. Já temos registros dessa espécie aqui na região e mesmo em toda costa brasileira. Ainda não foi possível saber o sexo do animal e para isso estamos fazendo uma necropsia, até pra apurar as possíveis causas da morte", explicou a bióloga. De acordo com a prefeitura de Laguna, o animal será enterrado na mesma praia onde encalhou, após as análises dos biólogos.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Peixe 'assustador' aparece na costa leste dos EUA



Um peixe assustador chamou a atenção de um grupo de surfistas em Virginia Beach, na costa leste dos EUA. O grupo East Coast Surfing Championships publicou no seu Facebook fotos do peixe, de nome científico Astroscopus guttatus, conhecido no Brasil como aranhuço. Ashley Raper Starr, autora das fotos, disse à TV americana que fez as imagens quando passeava com a família na praia. Esse tipo de peixe costuma viver em águas profundas, então Ashley surpreendeu-se em vê-lo na areia. Ela devolveu-o ao mar. Apesar de muito feioso e de ser um predador do mar, o peixe não representa ameaça para os humanos.